quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

A propósito da "Raríssimas" aqui na Madeira também o Jornal «Quebra Costas» denunciou na sua edição nº 32, o caso do mamanço dos primos do Miguel Albuquerque, na ASA em Stº. António

Na «raríssimas» madeirense há lá  um senhor manda chuva mais conhecido pelo recuadinho a se abotoar com mais de 3 mil euros por mês à custa das crianças abandonadas e ninguém fala  em auditar as verbas que o Governo regional, todos os anos atribui àquela instituição


É só roubar e MP a ver

Leia nesta reportagem como os familiares de Miguel Albuquerque abarbataram para si, parte das ajudas do 20 de Fevereiro. Nem em África!

Nos tempos negros do Jardinismo havia duas tenebrosas organizações que se sobressaíam na instrumentalização de eleitores e na propaganda populista do regime, uma era a associação ASA – Associação de Desenvolvimento de Santo António (distribuía a granel latas de tinta, telhas e ferro) e a outra, era a celebre “Brigada do Reumático” (idosos dos centros comunitários das CMF que eram apaparicados e arregimentados para fins eleitoralistas) chefiada por Fernanda Chicharo, ambas as organizações eram dirigidas por Miguel Albuquerque e Rubina Leal, e fortemente financiadas por dinheiros públicos (CMF e Juntas de Freguesia).

A perda da Câmara do Funchal e as quezílias internas laranjas fizeram que ambas as organizações perdessem força mas, com a recente tomada do poder por Miguel Albuquerque/Jaime Ramos, é de prever que estes instrumentos de propaganda voltem novamente à vitalidade de outrora. A ASA nunca fechou portas, e continua à espreita por novos fundos. Muitos associados queixam-se que nunca foram apresentadas contas e que quem manda efectivamente na associação, é o sr. Adolfo Jorge Machado de Oliveira, primo de Miguel Albuquerque.

Os Escândalos

Em 2013 uma auditoria do Tribunal de Contas pôs a descoberto vários cambalachos praticados pela empresa Tsangano – Fiscalização, Apoio Administrativo e Informático, Lda., cujos sócios gerentes, eram o sr. Adolfo Machado Oliveira e seu filho, Francisco Machado Oliveira, ambos primos do actual Presidente do Governo.
Esta empresa foi contratada “a peso de ouro”, em Julho de 2006, para dar apoio administrativo à ASA, e a partir daí, foi só sacar dinheiro para os bolsos dos familiares de Miguel Albuquerque, conforme revelou a auditoria do TC. Deste modo, esta empresa começou inicialmente a facturar 4.900,00 euros pelo trabalhinho, mas em Janeiro de 2009, a Tsangano ganha apetite, e passa a receber 7.000,00 mensais, utilizando não só a sede da associação como todo o seu equipamento, como também não fazia a “ponta dum corno”, já que a ASA recorria a um técnico proveniente do programa “Estágios Profissionais do Instituto de Emprego da Madeira” que tratava de toda a papelada. Apertados pelos auditores do TC, a ASA referiu que o aumento milionário dos honorários à Tsangano deveu-se à calamidade do 20 de Fevereiro de 2010, em que cresceu o pedido de ajudas e havendo mais processos a entrar, havia mais trabalho administrativo a fazer, daí o aumento. Ora provou-se que essa justificação era falsa e matreira, já que o aumento foi autorizado um ano antes da aluvião de 20 de Fevereiro.


Também o TC reparou que a empresa prestadora de serviços nem fazia o seu trabalho, notando-se nos apoios atribuídos às famílias afectadas ou carenciadas, a falta de documentos de candidatura, falta de requisições e de facturas comprovativas dos apoios atribuídos, como também falta de controlo na cedência dos materiais e outros relatórios, enfim, uma bagunçada!


O verbo mamar


Igualmente grave, era que a ASA/Tsangano não separaram como era de lei, os donativos que recebiam de privados do dinheiro proveniente do financiamento público. Era tudo metido no mesmo saco a granel, como os 669.954,64 euros que a ASA recebeu de donativos destinados a apoiar a população afectada pela intempérie do 20 de Fevereiro. Mas o que verdadeiramente arrepiou os cabelos dos auditores do TC, foi constatarem que cerca de 43% dos donativos e apoios que a ASA recebeu ao longo de 2010 e 2011 foram para pagar o “duríssimo” trabalho administrativo dos familiares de Miguel Albuquerque, que como referimos, eram os únicos sócios gerentes da Tsangano. Trocando por miúdos, os primos de Albuquerque abarbataram 201.600,00 euros, dos 466.705,00 euros atribuídos pelas autarquias (CMF e Juntas de Freguesia) para ajudar famílias carenciadas. (Isto já parece aqueles países de Africa, em que se fazem festivais musicais para angariar fundos e depois o dinheiro desaparece nos bolsos dos políticos. E lá como cá, ninguém vai preso!)
O mais hilariante, é que no final deste mês, a ASA convocou os seus associados para uma Assembleia Geral, cujo único ponto da ordem de trabalhos é: “Discussão e aprovação do Plano de Gestão de Riscos de Corrupção e Infrações Conexas” (Isto não é lindo?!) E a fechar este pandemónio de mamões encartados, o QC descobriu que a ASA até tem um barco de recreio, com 7m20, que foi comprado no tempo em que Rosa Gomes era dirigente da Associação. Isto mostra bem, como eram feitas as coisas nos tempos em que o impoluto Miguel Albuquerque era Presidente de Câmara.

Gilberto Teixeira


Os amigos da "caridadezinha" hoje estiveram em debate na RTP Madeira

Karl Marx dá-lhes a resposta no manifesto comunista:

2. O socialismo conservador ou burguês

 Uma parcela da burguesia deseja corrigir as mazelas sociais para assegurar a continuidade da sociedade burguesa.
Pertencem a ela: economistas, filantropos, humanitários, reformadores da situação das classes trabalhadoras, organizadores de beneficências, protetores de animais, fundadores de ligas anti-alcoólicas, tacanhos reformistas das mais variadas espécies. E também esse socialismo burguês foi elaborado em sistemas completos. (ver Manifesto)


Professor João Coutinho, já reformado da "acreditar"





Diretor e vice diretor da cadeia do Funchal, hoje estiveram empenhados na festa de Natal do EPF  Estabelecimento prisional do Funchal)

Fernando Santos director do EPF, no passado foi acusado de ditador. Continua de pedra e cal, na cadeia do Funchal (aqui na foto) apresenta-se mais velho.

O PSD de Albuquerque, governa para os mesmos de sempre.Os amigos.Vejam o "negócio" do genro maravilha!

José Miguel  Tropa, o "genro maravilha" do Alberto João

SESARAM paga 150 mil euros de renda por mês para utilizar o ‘Atalaia Living Care
O Conselho de Governo reunido em plenário em 7 de dezembro de 2017 resolveu autorizar a celebração, entre o Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira (SESARAM) e a Associa-
ção “Atalaia Living Care”, de um contrato de subarrendamento do imóvel denominado como Atalaia,
localizado ao Sítio da Tendeira, Pico da Atalaia, freguesia do Caniço, pelo período de 1 de julho até 18 de setembro de 2017, com a renda mensal de €150.000,00, acrescida de IVA, o que perfaz o total global de € 475.800,00 (quatrocentos e setenta e cinco mil e oitocentos euros), com o IVA incluído.
Foi dispensada a consulta ao mercado imobiliário e já foi autorizado pelo Vice-Presidente do Governo Regional, a assunção do compromisso correspondente à despesa referente à celebração do
contrato de subarrendamento em causa, considerando os pareceres favoráveis do Fiscal Único do SESARAM e da Direção Regional do Património e Gestão de Serviços Partilhados (PAGESP).
Refira-se que o SESARAM tem 211 utentes com alta clínica, mas sem possibilidade de regresso ao domicílio ou de outra resposta de caráter social, internados na Unidade de Internamento de Longa Duração, denominada por Atalaia.
Até ao reenquadramento desta Unidade em sede da área social, que se perspetiva para janeiro de 2018, cumpre garantir a manutenção do internamento dos utentes neste espaço.
O aumento do número de utentes com necessidade de internamento nesta Unidade, determina que o subarrendamento se estenda a todo o imóvel, pelo que a renda mensal fixada é aumentada em conformidade.
Como resulta de auscultação ao mercado regional já efetuada anteriormente, não existe outra entidade com capacidade para 211 utentes, que não seja o Ata laia Living Care., revela o Executivo.
“Estamos perante uma situação que resulta de manifesto interesse público, em que a celebração do contrato de subarrendamento é a única via possível para assegurar o desiderato atrás enunciado, bem como é favorável para os interessados, não lesa direitos ou interesses legalmente protegidos de terceiros e não impede, restringe ou falseia a concorrência”, justifica a resolução hoje publicada no JORAM. (Funchal Notícias)

Ver notícia relacionada com este lucrativo negócio:

Miguel Tropa vai recorrer da decisão de arquivamento do Ministério Público

“As afirmações do arguido não se revelam gratuitas, desproporcionadas, nem ultrapassam a necessidade própria do exercício do direito de crítica e de liberdade de expressão, pelo que não podem deixar de se enquadrar na esfera da atipicidade, no âmbito do recuo da tutela da honra inerente à discussão de questões político-partidárias.” Esta é a opinião do procurador adjunto do Ministério Público junto da Comarca da Madeira, Bruno Pereira Castro, sobre um artigo de opinião de Carlos Pereira, presidente do PS, intitulado ‘O genro maravilha’.
O texto foi publicado no DIÁRIO a 12 de Setembro de 2013 e, nele, o líder do PS estabelecia uma relação entre o sucesso de Miguel Tropa, enquanto advogado de vários processos específicos, com o facto de ser genro do então presidente do Governo regional, Alberto João Jardim.
Miguel Tropa entendeu que o conteúdo do artigo punha em causa o seu bom nome e actividade pessoal e profissional e, por isso apresentou queixa-crime contra Carlos Pereira. Quatro anos depois, o MP diz que, “de acordo com os factos constantes nos autos, face à materialidade indiciária provada” conclui que “não estão verificados os elementos constitutivos, objectivo e subjectivo, do tipo legal de difamação”. Por isso, o procurador adjunto determinou o arquivamento do processo.
Quem tem uma visão contrária é Miguel Tropa. Afirma que o MP não teve em devida conta os factos ocorridos, a documentação disponível, e nota que o trabalho do MP demorou mais do que é normal, num caso destes. Por isso, vai pedir a abertura de instrução do processo (primeira avaliação por um juiz, para determinar se segue para tribunal ou fica definitivamente arquivado).
O texto de opinião de Carlos Pereira falava, concretamente, sobre o processo do Atalaia Living Care, de como passou de hotel mal sucedido a instituição gerida pelo SESARAM e concluía, com base no descrito: “Se não forem bem-sucedidos nessa negociação, contratem ‘o genro’”.
Mais à frente, sobre pedidos de isenção de IMT, volta a ‘aconselhar’ os empresários: “Se não forem bem-sucedidos neste pedido de isenção ou demorar muito tempo, contratem ‘o genro’”.
Por fim, ficava um conselho ao presidente do Governo, Alberto João Jardim, sogro de Miguel Tropa, sobre a necessidade de soluções para a área do Turismo: “Se não for capaz de as executar, contrate o genro”.
Além de analisar o texto da autoria de Carlos Pereira, o MP ouviu Miguel Tropa, o queixoso (assistente) e um conjunto de testemunhas, todas indicadas por Miguel Tropa e colegas de trabalho deste. Pessoas que convivem com o advogado e terão participado no processo do Atalaia Living Care.
O Ministério Público recolheu, concretamente, os testemunhos de Sónia Guida Pascoal da Costa, Luís Alberto Severim Rodrigues Gouveia, Milton Patrício Caldeira Gouveia e Rui Ricardo Gomes Vieira. As declarações tiveram vários pontos em comum, como considerar que as afirmações de Carlos Pereira puseram em causa a competência, honestidade e cumprimento da lei por Miguel Tropa. Além de atestarem a conduta recta deste, disseram que o artigo de opinião teve motivação política, mas que Tropa nunca actuou com tais motivações.
Carlos Pereira disse ter baseado o seu artigo na “larga divulgação do tema”, em vários meios e ter sido guiado pelo objectivo de defender o interesse público e a denúncia de situações inadmissíveis e a raiarem a ilicitude. (diário)

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Cromos do dia da RTP Madeira

A descontração  do nosso gatão!



Deputado Carlos Costa, foi muito interventivo no debate





A camarada do PCP, esteve muito bem!

A discussão do programa Parlamento andou à volta das passagens aéreas





 Vânia de Jesus e o seu tachinho

Será que o fascismo está de volta?








Escândalo entre Secretário de Estado e presidente da "Raríssimas"!


 TVI revela alegado caso entre Presidente da Raríssimas e Secretário de Estado Estação mostrou fotografia comprometedora num areal do Rio de Janeiro.







 O agora ex-secretário de Estado da Saúde Manuel Delgado reagiu com notório embaraço a uma pergunta da TVI sobre a natureza da sua relação pessoal com Paula Brito e Costa, também ela demissionária da presidência da Associação Raríssimas. Numa entrevista tensa, em que o governante revela grande desconforto com as perguntas sobre as várias viagens que fez com Paula Brito e Cunha, a jornalista Ana Leal confronta-o: "Para além da relação profissional com a doutora Paula Brito e Costa, alguma vez teve algum outro tipo de relação com ela?" "Não", responde o ex-secretário de Estado. "Isso é da minha vida privada e a minha vida privada não é para aqui chamda", acrescenta Manuel Delgado. Ana Leal não desarma: "Não é vida privada porque é importante percebermos se o senhor foi favorecido, durante as suas funções [na Raríssimas], por uma associação que é paga com subsídios do Estado". "Isto é a sua interpretação", responde Manuel Delgado, que dá por finda a conversa. Mas a entrevista termina com uma imagem forte. Uma foto captada numa praia do Rio de Janeiro mostra um casal abraçado, de costas, deixando a entender que se trata de Manuel Delgado e Paula Brito e Cunha.O governante apresentou a sua demissão poucas horas depois de conceder esta entrevista, ainda antes de esta ir para o ar, nesta terça-feira. O Governo diz que a sua saída se deve a "uma questão pessoal".

Fontes:
Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/sociedade//detalhe/tvi-revela-alegado-caso-entre-presidente-da-rarissimas-e-secretario-de-estado?Ref=DET_Recomendadas_pb
https://coelhopresidente.wordpress.com/2017/12/12/escandalo-entre-secretario-de-estado-e-presidente-da-rarissimas/


 Toda a imprensa crucifica a Paula Brito por ganhar 6mil euros num mês, mas não se indigna com o vencimento de um juiz desembargador por exemplo que ganha 8 mil euros por mês. (estrato do jornal Público)




segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

O escândalo que vai abalar Portugal

"O Segredo dos Deuses": TVI revela rede de adoções ilegais de crianças da IURD em Portugal

Rede de adoções ilegais de crianças portuguesas levadas para o estrangeiro por bispos da IURD - Igreja Universal do Reino de Deus. Série de dez reportagens começa a ser exibida esta segunda-feira no Jornal das 8
 Uma grande investigação TVI com 7 meses de recolha de informação! conduzida pelas jornalistas Alexandra Borges e Judite França
A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) tinha, na década de 90, um lar ilegal de crianças, em Lisboa, de onde desapareceram vários menores roubados às suas mães.

As crianças eram entregues diretamente no lar, à margem dos tribunais, por famílias em dificuldades e acabavam no estrangeiro, adotadas, de forma irregular, por Bispos e Pastores da igreja.

Após sete meses de investigação, uma equipa da TVI constituída pelas jornalistas Alexandra Borges e Judite França, descobriu as mães a quem roubaram os filhos que falam pela primeira vez.
Estas mães literalmente foram roubadas no que diz respeito aos seus filhos, de quem não sabiam há mais de 20 anos. Esta investigação só foi possível ser conhecida 20 anos depois. Agora, algumas pessoas saíram da Igreja, começaram a ver com distanciamento e guardaram, inclusivamente, documentação original daquela altura. É uma história muito grave. (...) Temos histórias complicadíssimas", explicou Alexandra Borges, no Jornal das 8 da TVI.

Em casos de adoção que são casos sigilosos, chegar às mães é muito difícil. Nós estávamos a fazer um caminho de investigação totalmente diferente e, de repente, tropeçámos numa deixa. Fomos desfiar esse fio e o fio nunca mais acabava, até que conseguimos chegar a essas mães e a algumas dessas crianças. (...) Há 20 anos, a máquina estava muito bem oleada", acrescentou a jornalista Judite França.
Esta é a primeira série informativa da televisão portuguesa.

"O SEGREDO DOS DEUSES" será revelado em 10 episódios, em exclusivo na TVI, logo a seguir ao Jornal das 8, todos os dias úteis, a partir do dia 11 de Dezembro.
A grande reportagem é da autoria das jornalistas Alexandra Borges e Judite França, com imagem de Ricardo Ferreira, Nuno Ascenção Romeu Carvalho, João Pedro Matoso,Alexandre Vieira (drone), edição de Miguel Freitas e grafismo de Paulo Trindade, Sofia de Botton e João Nunes.
Nota editorial: por erro, o título desta notícia referia "raptos" em vez de "adoções ilegais" de crianças. Pelo facto pedimos desculpa aos visados e aos leitores. (ver TVI24)
O bispo Edir Macedo

Cromos do dia da RTP Madeira

 A menina "papa-bolos" Rafaela Fernandes vem aparecida.Está mais gorda a rapariga!


 Uma beldade da casa Blandy,a explicar as virtuosidades do Madeira wine


 Mercearia tradicional da Madeira

 Dionísio Pestana,super empresário hoteleiro:86 unidades espalhadas num universo de 15 países.