domingo, 31 de dezembro de 2017

Barão do Quebra Costas, ainda se atreve o falar do Coelho no seu blog fascista

Alberto João e seu tio

Veja as alarvidades do cavalheiro:
"O Coelho de cá agarrou-se aos manifestos comunistas e aos textos de Cunhal enquanto espera que a justiça o coloque na ordem."

   Só que que se esqueceu de dizer que em 1974 foi

 juntamente com o seu tio Almada Cardoso, expulso pelo

 exército após a Revolução do 25 de Abril,  da redação

 "VOZ da Madeira" .Este jornal era o órgão oficial do 

regime de Salazar e Caetano nas antigas ilhas

 Adjacentes (Madeira e Porto Santo). Era mais conhecido

 por ser o jornal da ANP do Marcelo Caetano. 

Tio, Alberto

 se tivesse vergonha nem se atrevia a falar no Coelho no

 seu blog saudosista do  fascismo e reduzia-se à sua

 insignificância e teria vergonha de ser um inimigo da 

Democracia e das liberdades conquistadas com a

 revolução  dos cravos.

A fama de Coelho perdurará no tempo, enquanto o barão

do "Quebra Costas" acabará esquecido no caixote do

 lixo da História!

Vejam o resto das alarvidades da pena do saudosista do 

fascismo AQUI


Dr. Agostinho Cardoso tio do Alberto João foram ambos 

saneados do jornal fascista "A VOZ da MADEIRA pelo

 Movimento das Forças Armadas logo após o 25 de 

Abril de 1974 !
Filipe Gonçalves, entrevista o dr."Pappadas" a bordo do Lobo Marinho!

sábado, 30 de dezembro de 2017

Arnaldo Matos denúncia mais um traidor aliado do Garcia Pereira

Era um tal Laires do Metropolitano de Lisboa que tinha vergonha que lhe chamassem operário

O Laires
Arnaldo Matos
 «um obeso funcionário do Metropolitano de Lisboa, trazido para o nosso Partido pelo então secretário-geral Luís Franco, funcionário esse que exibia sem a mínima vergonha uma curiosíssima peculiaridade: não aceitava que o tratassem por operário, porque entendia ser um técnico superior de manutenção… Técnico, sim; operário, nunca!...»
Alguns dos meus dilectos leitores terão, porventura ou por má sorte, ouvido falar do Laires, um obeso funcionário do Metropolitano de Lisboa, trazido para o nosso Partido pelo então secretário-geral Luís Franco, funcionário esse que exibia sem a mínima vergonha uma curiosíssima peculiaridade: não aceitava que o tratassem por operário, porque entendia ser um técnico superior de manutenção… Técnico, sim; operário, nunca!...
Pois este sujeito, ridículo e mesquinho, que odiava tanto os operários e a classe dos proletários que nem o nome apropriado lhes consentia, conseguiu satisfazer agora a sua reivindicação fundamental: é finalmente um técnico, redondo e estúpido, como sempre o foi, mas candidato efectivo à assembleia de freguesia de Rio de Mouro, no município de Sintra, pela candidatura do Partido Socialista, nas eleições autárquicas do próximo domingo.
E não julguem que é para desfazer do PS em Sintra, mas a verdade é que o PS de Sintra é dirigido por um crápula político que já foi de tudo um pouco neste país político, desde dirigente do CDS a ministro da AD e até a candidato da direita à presidência da República, aliás contra o socialista Mário Soares. Refiro-me ao Dr. Basílio Horta.
Pois Laires, o sôfrego técnico de manutenção de comboios que odiava tanto os operários que nem o nome lhes suportava, é agora um bronco e satisfeito lacaio de Basílio Horta no município da antiga Serra da Lua.
Laires tinha sido até agora, e sobretudo nos últimos dois anos, um cão-de-fila eminentemente ignorante mas supinamente fiel ao papagaio Garcia Pereira, a quem lambia até os sapatos no acto de tanto o engraxar, e com o qual se uniu e ajudou a formar o grupelho liquidacionista anti-partido que escorraçámos das nossas fileiras nos primeiros dias de Outubro de 2015.
Nesta dura e implacável luta para expulsar do seio do PCTP/MRPP os liquidacionistas e o liquidacionismo, tive oportunidade de chamar a vossa atenção para a natureza de classe destes crimes teóricos, ideológicos, políticos e organizativos: que é pequeno-burguesa e que recebe sempre apoio da aristocracia operária, isto é, daquela camada de trabalhadores mais bem pagos, que têm vergonha de ser operários e que adoram lamber botas aos chefes, aos engenheiros e aos administradores. Esse era o nosso Laires!
Laires, depois de renegar a classe operária em geral, renegou a classe operária do Metropolitano de Lisboa e prepara agora pormenorizadamente a sua ascensão a céus mais altos: o Metropolitano vai ser provavelmente municipalizado e talvez que o técnico de manutenção possa ascender a céus de cargos dirigentes, agora que o Metropolitano vai voltar para as mãos do PS, numa altura em que o PS está na câmara municipal de Lisboa, do mesmo passo e ao mesmo tempo que está também no governo, em São Bento.
Este é o Laires, ou seja, estes são os traidores.
Podem agora pensar os meus leitores que um cão-de-fila de Garcia Pereira e de Basílio Horta, como Laires, se limitou a aceitar ser candidato independente na lista do PS à assembleia de freguesia de Rio de Mouro, mas não (e isso já seria muito mau…): como militante socialista, Laires e a maior parte da família aderiram e são hoje militantes do partido Socialista, e tanto Laires como alguns outros liquidacionistas de Rio de Mouro aceitaram ser candidatos na lista do PS como militantes do PS!
Ora, Laires foi escorraçado do PCTP/MRPP porque não era comunista, lembram-se?! Quem tinha razão pois: nós, comunistas, que o denunciámos e escorraçámos do partido ou ele e os seus familiares que estão hoje abancados à mesa do PS?
Mas, caras e caros camaradas, não desesperem: hão-de ver que virão ainda outros liquidacionistas a aderir ao PS e ao Bloco dito de Esquerda: e isto é assim porque eles acham que a classe operária, em democracia burguesa, não precisa de um partido próprio, proletário, comunista, marxista-leninista, revolucionário, um estado-maior de combate para tomar o poder pelas armas; eles acham que, vivendo sob o regime burguês capitalista e imperialista, vivem sob a maior e a melhor de todas as democracias, vivem no melhor dos mundos, e que qualquer partido burguês está em condições de satisfazer os anseios das trabalhadoras e dos trabalhadores explorados e oprimidos, sobretudo quando se pensa que já não há operários nem operárias que almejem o comunismo, mas apenas técnicos de manutenção que aspiram unicamente à sua vida vidinha…
Adivinho que algumas das leitoras e alguns dos leitores que me vieram lendo até agora possam duvidar da veracidade das minhas afirmações, e sobretudo aqueles que desconheciam a traição de Laires aos operários do Metropolitano de Lisboa, à classe operária portuguesa e aos proletários de todos os países.
Pois é a pura da verdade.
No facebook do João Manuel Ribeiro, que suponho ser um antigo militante do PCTP/MRPP, que recordo com saudade no grupo coral comunista O Horizonte é Vermelho, onde uma parte da minha alma também cantava, saiu esta perturbante lamentação:

O João Manuel Ribeiro, incontido perante a traição do Laires, enviou esta outra mensagem que chora ainda mais fundo contra a traição e o traidor:


O Laires acaba de passar à minha porta integrado na campanha do PS a Sintra. Se isto era um membro do Comité Central, não sei a que ponto tenha chegado o Partido. Faz-me reflectir!”
Espero que João Manuel Ribeiro e outros como ele rejeitem desassombradamente a traição, e compreendam o que andava a crescer dentro do Partido nos últimos anos e que me levou resolutamente a suspender a canalha reaccionária do bando da arara Garcia Pereira.
Há longos meses que o traidor Laires preparava a sua adesão ao partido socialista de Sintra. Laires enviou ao Comité Central do Partido, após a suspensão do comité permanente e de Garcia Pereira, inúmeras cartas a propor a reintegração da célula de Sintra ao PCTP/MRPP. Mas todas essas manobras foram rejeitadas sem qualquer resposta da nossa parte.
Laires não era nem nunca foi um comunista. A célula de Sintra devia purgar-se dos oportunistas e rejeitar os traidores, o que foi fazendo a pouco e pouco.
Até que encontrámos a primeira lista de candidatos do partido socialista à assembleia de freguesia de Rio de Mouro, onde o cão-de-fila simultâneo de Garcia Pereira e de Basílio Horta aparecia como décimo sexto candidato efectivo da candidatura do PS àquela assembleia.
Tomamos a liberdade de publicar aqui mesmo, neste editorial, a candidatura completa do PS de Rio de Mouro, aquela que João Manuel Ribeiro terá visto passar à sua porta e que tanto o descontrolou, como se a porta de João Manuel Ribeiro fosse uma daquelas esquinas do Mouro, de que fala Ferreira de Castro, onde só passam traidores.

Para que os meus camaradas vejam bem a cara do traidor, publico aumentada a fotografia do mouro nº 16, o traidor do nosso Partido que fingiu querer sair pela porta da esquerda, uma vez que o nosso Partido o obrigou a fugir pela porta da direita, para a ala conjunta de Garcia Pereira e Basílio Horta, aos cães da história.

Os liquidacionistas e o liquidacionismo são a direita do Partido, os mencheviques, os traidores, os patifes, os anti-comunistas; não são a esquerda, não são os trabalhadores, não são a revolução, não são o comunismo.

Para completar a verdade nua, pura e crua, falta publicar umas quatro ou cinco fotos da festa de adesão do Laires e de alguns outros traidores ao PS de Basílio Horta, traidores reunidos em Rio de Mouro, em instalações que o nosso partido usou já algumas vezes, para propaganda de actividade política revolucionária. E voltará a usar!
Fotografias da festa de adesão do traidor Laires e seus familiares ao partido socialista, com as camisolas verdes da traição, oferecidas por Basílio Horta. Vejam a alegria dos traidores na festa da traição em Rio de Mouro!... Um encanto! Esta canalha foi alguma vez comunista?

Estas fotografias forma extraídas do mural (da traição, decerto…) do facebook do Laires.

Esclarecedoras, não são?!
Caras e Caros camaradas,
Vêem como eu tinha razão ao denunciar publicamente estes traidores liquidacionistas vai para dois anos?
Unamo-nos todos, proletários e comunistas portugueses, para liquidar os liquidacionistas e o liquidacionismo e edificarmos um partido comunista operário marxista-leninista.
Morte aos traidores!
Proletários de todos os países, uni-vos!

A 3ª lei de Newton vaz os motores a jacto dos aviões funcionar


A terceira lei de Newton, ou Princípio da Ação e Reação

De forma simples: as forças na natureza aparecem sempre aos pares, e cada par é conhecido como uma par ação-reação. O par de forças ação-reação é a expressão física de uma interação entre dois entes físicos; há sempre um par de forças a agir em um par de objetos, uma força em cada objeto do par; e não há na natureza força solitária, ou seja, não há força (real) sem a sua contra-parte.

Pereirinha indignado com o oportunismo de Paulo Cafôfo e a "Lebre do Norte"|




A batota

30 DEZ 2017 / 02:00 H.




Dividiram o partido porquê e para quê? A dúvida, os segredos e o jogo escondido continua. Trouxeram a instabilidade mas não querem explicar a ousadia. Não querem debates. Não querem enfrentar olhos no olhos o seu adversário. Nenhum deles quer, mas são ambos candidatos. Fogem de quê? Têm medo de quê? Querem pedir votos aos militantes para fazer o quê com o partido?
Quem se propõe a candidato a Presidente do PS-Madeira tem de ter a dignidade de enfrentar o património do partido. A sua história, os seus valores e a sua marca. Durante anos e anos o PS-M pediu debates, transparência e frontalidade aos seus adversários. Combatemos a arrogância e o jogo escondido. Recusamos, em voz alta e em uníssono, a batota. Hoje é um dia negro para o partido: um candidato ( ou dois) a Presidente recusa honrar a nossa história, os nossos militantes e os nossos combatentes pela democracia. A troco de quê? Ninguém sabe. Não querem dizer, escondem tudo. Ocultam até onde podem, e até escondem-se de si próprios: um candidato por detrás de outro candidato, também ele escondido e sinuoso. Nunca se viu nada assim, aqui ou em qualquer outro lugar digno do jogo aberto e transparente que a democracia encerra. O que se assiste, de olhos arregalados ou de boca aberta, em qualquer caso, incrédulos, mancha a nossa história e ameaça comprometer o nosso futuro.
Daqui para a frente quando o PS-M pedir debates e transparência ao seu adversário, haverá sempre alguém que lembrará que há militantes socialistas, pendurados em independentes, (apressadamente) socialistas, que um dia recusaram a transparência e o debate de ideias, o esclarecimento e a clareza. Haja dignidade e decoro. Já é feio e absurdo tantos equívocos numa única candidatura, mas é inaceitável o paradoxo de alguns militantes socialistas “matarem a sangue frio” a luta de anos e anos em prol da democracia. Tudo isto por nada ou, pelo menos, por alguma coisa escondida que recusam piamente explicar, confrontar e esclarecer.
Os militantes do PS-M saberão avaliar a gravidade da situação e, estou certo, ajudarão a combater o retorno da arrogância e do défice democrático, principalmente corrigindo a trajectória do partido desses tiques ameaçadores. Quem dividiu o partido devia ter algo muito significativo para dizer aos militantes, do que simplesmente fugir e escapar-se ao confronto. Devia (m) colocar a mão na consciência e explicar porque coloca (m) em causa os melhores resultados de sempre do PS-M na história da democracia? O que carrega (m) consigo de tão extraordinário que mereça estragar todo o esforço feito até hoje por todos os militantes do partido, que foram capazes de colocar o PS-M, pela primeira vez na sua história, na linha da frente das alternativas aos governo regional.
Recusar o debate e o confronto das soluções para o partido e para a Madeira não é apenas uma táctica de campanha interna. É um estado de espírito. Está embrulhado na mesma ligeireza com que se falham os compromissos propalados de cumprimento de mandatos e de juras de lealdade aos eleitores. Uma mancha... (diário)

Estepilha: a “lebre do sul” também corre e não é pouco…

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

A SUPERIORIDADE MORAL DOS COMUNISTAS


«Os comunistas não se

 distinguem apenas pelos seus elevados objectivos e pela sua acção revolucionária.

 Distinguem-se também pelos seus elevados princípios morais.
moral dos comunistas tem a sua base objectiva nas condições de trabalho e de vida do proletariado,

 no processo da sua luta contra o capital e, desde a vitória da revolução socialista, na nova sociedade libertada da exploração. Tem, como principal factor subjectivo,

papel educativo desempenhado pela vanguarda revolucionária guiada pelo marxismo-leninismo.
moral dos comunistas é contrária e superior à moral burguesa. Constitui um elemento integrante da força revolucionária do proletariado e da sua vanguarda. Age como «força material» na transformação do mundo. E, voltada para o futuro, indica os traços essenciais da transformação do próprio homem
Álvaro Cunhal

 Leia Mais AQUI
...«Essa acção educativa realizada através da orientação política, das palavras de ordem e da acção quotidiana do Partido.
Uma linha política justa é factor de educação e de força moralInfluência inversa tem o oportunismo. No oportunismo de direita, o culto do imediato e do «possível», a renúncia a objectivos essenciaisconcessões de princípio, tendem a diminuir a combatividade e 
prontidão para o sacrifício e
 abrem caminho à influência burguesa na mentalidade e no comportamento. O oportunismo de «esquerda», designadamente o sectarismo, conduz ao desprezo efectivo
 pelas massas, ao individualismo,
 ao afrouxamento da solidariedade. ...»

Vergonha!-Paulino Ascenção denuncia o grupo hoteleiro (Dionísio Pestana) que lava a roupa do Hospital enquanto a lavandaria do mesmo está parada








Defender a Madeira?

27 DEZ 2017 / 02:00 H.
Defender a Madeira é levá-la à bancarrota? É criar uma dívida para o povo pagar e que serviu sobretudo para enriquecer meia-dúzia? É fazer obras inúteis - novo cais, marina do Lugar de Baixo, cota 500 e outras - e atirar para Lisboa as culpas de não termos um novo hospital?
“Abençoada dívida”, disse Jardim. A dívida trouxe desenvolvimento, criou empregos, estabeleceu novas atividades económicas e gerou riqueza? Enquanto duraram as obras sim, mas depois não! As vias rápidas, os centros cívicos as promenades, por sí só não dão sustento a ninguém, são antes um encargo pois carecem de manutenção. A dívida foi uma embriaguez, criou uma ilusão de riqueza, mas acabada a “festa” veio a ressaca, voltou a pobreza, o desemprego e a emigração. Ah, mas ficaram os ricos da Madeira nova...
O CINM, dá milhões no IRC mas faz perder mais em transferências da Europa e do Estado. Pelo meio deu 50 milhões a um grupo hoteleiro. O PSD queixa-se de discriminação face aos Açores, a culpa é do CINM, que faz o PIB da Madeira parecer mais alto do que é - uma ilusão de riqueza. Defende o CINM, mas queixa-se das suas consequências.
Milhões do SESARAM vão parar ao tal grupo hoteleiro para lavar a roupa enquanto a lavandaria do hospital está parada. Outros milhões somem-se em análises e exames requisitados aos privados, porque os equipamentos do hospital não são reparados. E a saúde pública continua a degradar-se e a perder recursos.
O ferry foi escorraçado porque estava a mexer nos interesses do grupo que controla os portos e o transporte por mar, grupo que diz “defender a Madeira”, defende, mas como sua “quinta” privada, coisa que o PSD apoia.
O Estado não apoia a Madeira? Apoiou sempre, com vários perdões de dívida, com meios financeiros, técnicos e humanos nas emergências. A Lei de Meios deu 1.100 milhões, que foram em larga medida desbaratados em reparações no Lugar de Baixo, no novo cais e, mais recentemente nas ribeiras do Funchal, enquanto algumas famílias afetadas continuam sem serem apoiadas.
Diz o PSD que não há dinheiro para as expropriações e projetos do novo hospital, mas então como é que há dinheiro para as vias rápidas e pista de atletismo? O que é mais urgente?
O governo exige o pagamento das dívidas a Lisboa, mas não paga o que deve aos municípios, nem sequer a dívida do IRS que Albuquerque não se cansava de exigir quando estava na CMF, como também não revê o tarifário do depósito do lixo na Meia Serra, como também exigia antes. Um pouco mais de seriedade e coerência.
Defender a Madeira não é defender os novos donos da Madeira que enriqueceram com a dívida que o povo agora tem de pagar, nem é atribuir as culpas a Lisboa para branquear as responsabilidades do governo regional. Defender a Madeira é falar a verdade, para prevenir a repetição dos disparates do passado.
É um truque velho, usado por governantes incompetentes e pouco democráticos, inventar um inimigo externo a quem atribuir as culpas de todos os males. Para o regime de Maduro os culpados dos males da Venezuela são a América e a oposição “traidora da pátria”. Para o PSD a culpa dos males da Madeira é de Lisboa e da oposição regional, “traidora da Autonomia”, são tão iguais.
Os inimigos da Madeira não estão em Lisboa, estão cá dentro, são os novos donos disto tudo que enriquecem com a dívida, com as negociatas do CINM, com as concessões dos portos e das vias rápidas. E o povo enganado, para pagar a dívida e ganhar o seu sustento tem de emigrar, depois de 40 anos de autonomia.(ver diario de notícias)

"Milhões do SESARAM vão parar ao tal grupo hoteleiro para lavar a roupa enquanto a lavandaria do hospital está parada. Outros milhões somem-se em análises e exames requisitados aos privados, porque os equipamentos do hospital não são reparados. E a saúde pública continua a degradar-se e a perder recursos...."


domingo, 24 de dezembro de 2017

Solidariedade com Maria de Lurdes Lopes Rodrigues nesta noite de Natal

 Aos portugueses com sentimentos democráticos, queremos lembrar a todos que enquanto a maioria de nós passa o Natal com nossas famílias, comendo e saboreando as iguarias próprias da quadra festiva que atravessamos. A Maria de Lurdes passa o Natal sozinha numa cela, distante do calor e da companhia e amizade da sua família. Das pessoas que mais ama: seus velhos pais e o seu irmão! 
 Para ela e para a sua família vão os nossos pensamentos e a nossa solidariedade.
 Quando imaginávamos que vivíamos num país democrático eis que nos deparamos com um caso grave, de uma prisioneira política por delito de opinião. E nós a pensarmos que isso era coisa do passado, dos tempos de Salazar e Caetano. A Democracia e a Liberdade conquistadas em ABRIL de 1974 afinal nos dias de hoje já não são uma proposição verdadeira. São uma miragem.
 No tempo do Salazar, viviamos num Estado Policial. Actualmente vivemos num Estado Judicial. Numa ditadura judicial, de um poder tenebroso e reacionário não sujeito ao escrutínio popular.
 Poder judicial que usa um código penal nazi-fascista. (Artigos 180 a 187) que pode mandar para a cadeia qualquer cidadão por delito de Opinião. O mais grave disto tudo é a apatia dos democratas portugueses. O desinteresse que esta situação tem na opinião Pública. A própria Comunicação dita Social faz tabua rasa sobre este assunto. A prisão de uma cidadã inocente parece não comover ninguém! Cantam-se cânticos ao menino Jesus e nenhum cristão católico reconhece que existe uma alma presa e injustiçada pelo poder judicial corrupto e fascista, que deve ser alvo do nosso Amor e Solidariedade!


sábado, 23 de dezembro de 2017

O jornalista da RTP Gil Rosa tem o irmão juíz, nas bocas do mundo por supostamente estar a estorvar Investigações do DCIAP


(Gil Rosa jornalista da RTP)

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Juiz, irmão do jornalista madeirense acusado de proteger (pelos procuradores do Departamento Central de Investigação e Acção Penal- DCIAP) deliberadamente um caso de corrupção envolvendo o presidente da EDP António Mexia e o antigo ministro da Economia do governo de José Sócrates Manuel Pinho.

Ivo Rosa na qualidade de juíz de Instrução impediu o MP de ter acesso às contas bancárias do grande tubarão da EDP, António Mexia dificultando assim a investigação que os procuradores Carlos Casimiro Nunes e Hugo Neto estavam a fazer a este grande senhor da Eléctrica portuguesa!Será que Ivo Rosa já está como a maioria dos juizes do sistema?

Juiz Ivo Rosa sentiu-se ofendido e apresentou queixa contra os procuradores do caso EDP

Os magistrados que conduzem o processo que investiga suspeitas de corrupção nas rendas da EDP recorreram para a Relação de Lisboa, argumentando que o juiz Ivo Rosa boicotava a investigação e favorecia “injustificadamente” os arguidos. O juiz entendeu que o tom ofendia a sua honra e apresentou queixa contra os procuradores

A relação entre os procuradores que estão a investigar as suspeitas de corrupção no caso EDP e o magistrado que trata da instrução do caso – o juiz Ivo Rosa, que partilha o Tribunal Central de Instrução Criminal com Carlos Alexandre – não podia ser mais tensa. Depois de recusar sucessivas diligências pedidas pela investigação contra os já arguidos António Mexia, presidente da EDP, ou o ex-ministro da Economia Manuel Pinho, agora o juiz Ivo Rosa não gostou do tom de um recurso que o Ministério Público enviou para o Tribunal da Relação de Lisboa e apresentou queixa à procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, por se sentir ofendido.

Nesse despacho, datado de 10 de novembro, o juiz Ivo Rosa invoca que os procuradores Carlos Casimiro Nunes e Hugo Neto, do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), usaram “expressões manifestamente injustificadas e ofensivas da honra e do respeito devido aos juízes”.Para se perceber a história, é preciso recuar no tempo. O Ministério Público, como a VISÃO já avançou, interpôs um recurso no Tribunal da Relação de Lisboa depois de o juiz Ivo Rosa – que faz a instrução do processo que investiga as rendas da EDP – ter decidido proibir a análise das contas bancárias e dos registos fiscais do presidente da EDP e de Manso Neto, presidente da EDP Renováveis. Nesse recurso, os magistrados do DCIAP acusam o juiz de instrução criminal de atacar a autonomia do Ministério Público e de boicotar a investigação, prestando um favorecimento “injustificado aos arguidos”.“O que no mínimo se impunha, e impõe, ao sr. juiz de instrução criminal é que se abstenha de intervir indevidamente naquilo que compete somente ao Ministério Público, sob pena de se postergar o direito da comunidade em ver a matéria em causa nos autos cabalmente esclarecida, mais a mais por ser de extrema relevância”, refere o recurso a que a VISÃO teve acesso.O juiz Ivo Rosa decidira, a 3 de outubro, que os dados bancários e fiscais de Mexia e Manso Neto deveriam ser selados e não usados no processo. Isto porque, argumentava, a decisão do Ministério Público de levantar o sigilo bancário e fiscal daqueles arguidos não estava minimamente fundamentada.Os procuradores discordaram: “Sem aquela [informação] o esclarecimento cabal dos factos e o apuramento de eventual património incongruente e a sua liquidação, onde se inclui a corrupção ativa, ficarão irremediavelmente comprometidos.” E queixaram-se de ver o juiz Ivo Rosa a dar sucessivos despachos favoráveis aos arguidos, chegando ao ponto de anular “diligências básicas” numa investigação de corrupção esquecendo que “a investigação da criminalidade económico-financeira não se compadece com visões redutoras da vida”.Antes, a 16 de junho, o juiz de instrução já tinha impedido buscas à casa de Manuel Pinho, alegando não existirem indícios “mínimos” de corrupção por parte do ex-ministro da Economia. Dessa vez, o Ministério Público nem recorreu. Mesmo que vencesse o recurso, a diligência já tinha deixado de ser surpresa e, por isso, seria inútil.Neste recurso, o juiz Ivo Rosa não gostou de ler que não podia “ser a lei do menor esforço a delimitar potenciais elementos de prova dos factos”. Que uma decisão daquelas “somente” podia ser tomada “por displicência, aliada ao desconhecimento da natureza do fenómeno em investigação”. Ou que os procuradores estranhavam “o aparente alheamento do sr. juiz de instrução criminal das nuances da criminalidade económico-financeira e a sua decisão de abdicar, deliberada e ociosamente, de analisar prova essencial à descoberta da verdade”, o que redundava “num favorecimento injustificado ao arguido”.Neste processo, Manuel Pinho é suspeito de ter aprovado medidas, enquanto ministro da Economia, que terão beneficiado a EDP, já então liderada por António Mexia. O antigo governante tinha-se demitido há menos de seis meses quando António Mexia, presidente da EDP, recebeu um email do reitor da Universidade de Columbia, nos EUA. Nesse email, enviado a 2 de dezembro de 2009, o reitor John Coatsworth informou Mexia de que, na sequência da reunião entre ambos a 20 de novembro, em Nova Iorque, se a EDP fizesse um primeiro pagamento de 300 mil dólares até ao fim do ano, a School of International and Public Affairs (SIPA) conseguiria, entre outras coisas, “pagar o salário de um professor convidado” para dar aulas durante um semestre sobre “energia e ambiente”. E a pessoa “mais bem posicionada para ocupar essa posição”, acrescentava o reitor no email, era “Manuel Pinho”.A doação da EDP concretizou-se – ao todo, foram 1,2 milhões de dólares, divididos ao longo de quatro anos - e o ex-governante, que saíra do Executivo na sequência da polémica cena dos corninhos no Parlamento, começou a dar aulas na universidade americana em setembro de 2010.Este email, a que a VISÃO teve acesso, é um dos indícios usados pelo Ministério Público no processo das rendas da EDP para sustentar as suspeitas de que o ex-ministro da Economia do governo de José Sócrates terá sido colocado na Universidade de Columbia pela empresa, em troca de alegados benefícios que a EDP terá conseguido com a revisão dos contratos CMEC [Custos para a Manutenção do Equilíbrio Contratual] e com o alargamento das concessões das suas barragens em 2007. (revista VISÃO)

"Raríssimas" coincidências: a cronista Eker Sommer sai em defesa da Juíza Joana Pereira Dias.



"Raríssimas" coincidências: a cronista Eker Sommer sai em defesa da Juíza Joana Pereira Dias.

As Vírgens vão para o céu! As meninas Más vão para todo o lado!


http://www.dnoticias.pt/opiniao/artigos/carta-a-joana-dias-YB2524436


sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Corrupção na alta burguesia!

Afinal, Teresa Caeiro esteve mesmo na Raríssimas

19
A deputada do CDS garantiu ao Observador nunca ter feito parte dos órgãos sociais da associação, mas a ata de tomada de posse dos dirigentes para o mandato 2013/2015 prova o contrário.
A deputada do CDS Teresa Caeiro fez parte da assembleia geral da associação Raríssimas entre 2013 e 2015, apesar de ter garantido ao Observador que apenas tinha sido convidada para integrar o Conselho Consultivo de Reflexão Estratégica da instituição e de garantir que nunca assinou qualquer documento. Mas o nome e a assinatura da ex-secretária de Estado da Segurança Social do CDS constam mesmo da ata de 3 de junho de 2013, que oficializa a tomada de posse dos órgãos sociais para os dois anos seguintes. Há outra omissão relevante: no registo de interesses de Caeiro, no site da Assembleia da República, nada consta sobre qualquer relação com a Raríssimas. Caeiro defende-se dizendo que não participou “substantiva e presencialmente” em “qualquer ato ou reunião” daquela instituição.
Teresa Caeiro tomou posse como secretária da assembleia geral da instituição que apoia pessoas com doenças mentais e raras exatamente — e que está envolvida em polémica — no mesmo dia em que o ministro Vieira da Silva assumiu funções como vice-presidentedaquele órgão. Além destes, o advogado e professor universitário Paulo Olavo Cunha assinava a ata e passava, a partir daquele momento, a presidir à assembleia geral. Dos três, é o único que se mantém em funções.É essa a informação que consta do documento a que o Observador teve acesso – a ata de tomada de posse dos órgãos sociais para o período 2013/2015. Com o trevo de quatro folhas usado no logótipo da associação, colocado no canto superior esquerdo, a ata número 17, referente à “tomada de posse”, diz que “aos dias três de junho de dois mil e treze, pelas dez horas, reuniram os órgãos sociais da Raríssimas – associação nacional de deficiências mentais e raras, eleitos em assembleia geral realizada no dia catorze de maio de 2013, a direção, assembleia geral e conselho fiscal na sede da associação”, na Ajuda, Lisboa, “no sentido de ser dada a tomada de posse os corpos sociais eleitos para o mandato” seguinte. À frente dos 11 nomes surgem as respetivas assinaturas.
A deputada do CDS diz não se recordar desse encontro na sede da associação, tal como afirma não guardar memória de alguma vez ter assinado qualquer documento da instituição ou, sequer, de ter sido convocada para quaisquer reuniões.

Ao Observador, a ex-secretária de Estado da Segurança Social do governo de Durão Barroso (2003-2004) mantém a sua posição, mesmo quando confrontada com estes documentos. “Não estive em reunião nenhuma, não assinei ata nenhuma e não participei em nenhuma reunião de tomada de posse”, diz Teresa Caeiro, num contacto telefónico, garantindo que não tomou “qualquer decisão” sobre a associação presidida até há poucos dias por Paula Brito e Costa.
Recusando-se, num primeiro momento, a responder por escrito às questões do Observador, a deputada do CDS foi confrontada com o facto de a sua assinatura constar da ata da reunião de junho de 2013, para a tomada de posse dos órgãos sociais a que garante não ter pertencido. Aí, optou pelo desafio: “Se recebem atas com assinaturas, que me façam prova de que estive nessa reunião.” A deputada do CDS desvaloriza, no entanto, as funções que o documento da associação indica ter-se disponibilizado para desempenhar. “Se acham que é de valor para a nação um cargo de secretária da assembleia geral, façam favor”, diz, antes de rematar: “Há outras coisas que me preocupam.” (leia mais AQUI)