sábado, 31 de janeiro de 2015

PTP em defesa das reivindicações da população da Achada da Rocha em Gaula



S. João Bõsco uma referência para a juventude nos dias de hoje

 

Calisto faz manchete com a tomada de posse da concelhia do PS de Santa Cruz.Aqui na foto vemos além do Bruno (o gordinho do PS) e do histórico Gil França temos o Óscar Teixeira que quando vê Coelho faz logo uma cara feia. Motivo : foi alvo de uma crítica num dos panfletos de Coelho e não gostou! ( veja a notícia no blog do Calisto AQUI)

Eugene de Kock vai ser libertado

O líder dos esquadrões da morte do apartheid havia sido condenado a 212 anos de prisão. Depois de cumprir 20 anos, diz-se arrependido.
Eugene de Kock, o coronel da polícia política sul-africana e líder dos esquadrões da morte do apartheid que foi responsável pela tortura e morte de ativistas nos anos 80 e 90, vai sair em liberdade condicional depois de mais de 20 anos na prisão.
A libertação de Kock, conhecido pela alcunha Prime Evil (mal supremo), foi anunciada pelo ministro da Justiça sul-africano, Michael Masutha, como indo ao encontro do “interesse do desenvolvimento da nação e da reconciliação”, uma vez que o antigo coronel expressou arrependimento pelos seus crimes, tendo ajudado as autoridades a encontrar os restos mortais de algumas das suas vítimas.
A decisão não é unânime num país a braços com o legado de um regime de repressão e violência que vigorou entre 1948 e 1994. Não se sabe ainda quando Kock, 66 anos, sairá em liberdade.
De Kock foi preso em 1994, no mesmo ano em que Nelson Mandela chegou ao poder na África do Sul, e foi condenado a 212 anos de prisão por crimes de homicídio, raptos e fraudes. Em 1995, admitiu a sua responsabilidade na morte de muitos ativistas do ANC (partido de Mandela que se empenhou no fim do apartheid). (fonte)

“De tentação em tentação, de fraqueza em fraqueza, os compromissos de consciência levam
um homem honrado à prática de todos os crimes...” Florbela Espanca (1894-1930), poetisa

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Coelho é "o pequeno Syriza da Madeira"

Coelho quer fazer do PTP o "pequeno Syriza da Madeira"
José Manuel Coelho esteve, esta tarde, no Hotel Jardins da Ajuda, para entregar uma ramo de flores ao empresário Nicolau Silva, proprietário deste e de outros hotéis, pelo facto de ter feito um grande esforço para pagar os salários aos trabalhadores. O hotel atravessou um período de dificuldades, segundo o dirigente do PTP, motivado pelo não pagamento de dívidas por um operador turístico e tinha salários em atraso.
O empresário, contactado pelo partido, garantiu que iria regularizar a situação e, ontem, já pagou parte dos salários em dívida, devendo o restante ser entregue na segunda-feira.
 José Manuel Coelho fez questão de elogiar o esforço de Nicolau Silva que, sublinha, foi muito “receptivo” ao contacto feito pelo seu partido. PTP que Coelho diz ser “o pequeno Syriza da Madeira, a voz do que não têm voz”, numa referência ao partido que venceu as eleições na Grécia. (dnotícias.pt)



Intervenção do PTP permite que trabalhadores recebam os salários em atraso



Coelho acusa Governo Regional de ter abandonado a freguesia do Porto da Cruz

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Coelho em defesa dos agricultores do Porto da Cruz

"Querem pôr as vacas a viver melhor que os donos"

Conclusão de José Manuel Coelho perante as ideias "mesquinhas e ridículas" da União Europeia que exige os palheiros limpos de adubo

Coelho ‘apontou a foice’ em várias frentes

De foice na mão, José Manuel Coelho foi esta tarde ao Porto da Cruz acusar e criticar o GR, a Câmara de Machico, a União Europeia, a Ministra Assunção Cristas, o CDS e o secretário Manuel António de "fazerem ‘gato-sapato’” as gentes daquela freguesia. Acusou o Governo de deixar a freguesia "devastada" ao abandono por "vingança" ao povo por este não ter votado PSD, mas também criticou a Câmara de “sacudir a água do capote” com o argumento que “está tesa" para não fazer nada. Ou seja, “nem a pé nem a cavalo”, concluiu. Contestou depois a directiva Europeia que exige os palheiro sempre limpos de adubo, ironizando que "querem pôr as vacas a viver melhor que os donos”. Ideias "mesquinhas e ridículas” atribuídas também à Ministra “menina queque” e aos “bandidos” do CDS que “vendem gato por lebre’”. “Contra esta canalha”, acusou ainda o secretário Manuel António de “dar ordens à Santo Queijo para não aceitar o leite” dos produtores locais.(dnoticias.pt)

PTP responsabiliza políticos por demora no Porto da Cruz

O PTP desenvolveu hoje uma iniciativa política junto à Igreja do Porto da Cruz onde deixou diversas críticas “pela demora na resolução de um problema que afeta a população” da localidade.
José Manuel Coelho falava sobre alguns danos que as cheias provocaram que ainda não foram arranjados por haver “um jogo do empurra entre o Governo Regional e a Câmara Municipal de Machico sobre a responsabilidade de quem tem de efetuar as obras”.
O político revelou que ouviu queixas no sítio do Folhadal e no Gambão por ainda não haver água potável. Focou também o facto do aqueduto do ribeiro daquele local ainda não estar arranjado.
O porta-voz do PTP criticou ainda o “processo penoso” pelo qual um agricultor tem de passar para poder vender o leite e a carne caso se dedique à pecuária. (jornal da Madeira)

Ex-Procurador adjunto dr. Marques de Freitas responde ao Alberto João em carta do leito no DN/Funchal

Ignorâncias
Diversos amigos deram-me notícia acerca de um «escrito» publicado no J.M. que, supostamente, se dirigia à minha pessoa. Admitindo que tal me seja dirigido, e porque ali se revelam diversos erros e ignorâncias, entendo necessário públicos esclarecimentos. 
1-O ilustre escriba e jurista afirma que há gente que morde e segrega veneno. É coisa que desconheço. Quem o afirma é porque tem alguma experiencia disso. 
2-É referido «um agente reformado do Ministério Público». Na suposição admitida devo esclarecer que tendo atingido o topo da carreira que abracei, e honrei, Procurador Geral Adjunto da República, entendi jubilar-me. Não sou reformado mas jubilado (estatuto que não permite exercício de outras actividades remuneradas, acumulação de reformas.. etc….) o qual é opção voluntária a Magistrados, professores Universitários e poucas mais profissões. 
3-Ignora aquele ilustre personagem o artº 219 (nº 2 e 4) da Constituição da República que diz: «Os agentes do Ministério Público são Magistrados etc…). 
4-E porque todo aquele arrazoado veio a propósito do Cristiano Ronaldo esclareço ainda. 
Conheci o Cristiano quando acabara de fazer 11 anos. Encaminhei-o, em boa hora, para o Sporting Clube de Portugal. Acompanhei o seu crescimento, formação e sucesso. Contribui com o Núcleo Leões da Madeira (do S.C.P.) para o estatuto que atingiu neste clube, no qual é o sócio 100.000. 
Sinto-me orgulhoso cada vez que o ouço falar, e bem, e jogar maravilhosamente.
O mérito é dele que soube cultivar-se e crescer desportivamente.
É uma pequena vaidade que tenho, mas não me aproveito, e nunca  aproveitei a sua notoriedade.
Vejo todavia , por aí, muitos pavões a se exibirem ao lado do  «craque» quando por ele nada fizeram.
5-Porque fui educado cristãmente tenho pena dos «idosos» que não sabem envelhecer, e acabam vilipendiados, e, ou, ignorados por muitos cortesãos, outrora aduladores.
Bom ano a todos os humanos de Boa Vontade. (dnoticias.pt)
Artigo do Alberto João publicado no JM dia17 Jan.2015
 Ver neste Link a sentença proferida pela juíza do regime Micaela de Sousa no célebre caso da Cristina Pedra da ACIF

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Francisco Duarte e Maria João Marques agentes de execução burlões

Francisco Duarte

Maria João Marques
 (é preciso a PJ prender também esta fulaninha; fez altas e poderosas na Madeira-roubando toda a gente- é protegida pela juíza corrupta Micaela de Sousa)
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Presidente da Associação dos Agentes de Execução detido por desvio de dinheiro


PJ investiga alegados desvio de centenas de milhares de euros das contas dos clientes no âmbito da cobrança de dívidas após decisão judicial.
O presidente da Associação de Agentes de Execução, Francisco Duarte, foi esta quarta-feira detido pela Polícia Judiciária no final de uma operação com buscas levadas a cabo esta quarta-feira em Lisboa e Viseu e Cascais. Segundo fonte da PJ, Francisco Duarte é suspeito de ter desviado centenas de milhares de euros das contas de clientes no âmbito de processos de cobrança de dívidas. Na casa e nos escritórios do agente de execução foram apreendidos milhares de documentos. Ao inicio da noite desta quarta-feira, a PJ ainda realizava diligências de investigação.
Fonte policial garantiu ao PÚBLICO que Francisco Duarte, suspeito de crimes de peculato, é para já o único detido neste caso, mas admitiu a possibilidade de, com a continuação das diligências da PJ, virem a ser constituidos mais arguidos neste processo, nomeadamente outros agentes de execução, profissionais que trabalham no âmbito da cobrança de dívidas após ordem judicial.
O PÚBLICO tentou, sem sucesso, falar com Francisco Duarte. No seu escritório em Lisboa, o telefone repete a habitual gravação remetendo para o horário de funcionamento. Também em comunicado, a Câmara dos Solicitadores, sublinha terem sido "levadas a cabo buscas a quatro escritórios de um mesmo agente de execução".
Em causa estarão suspeitas de apropriação de dinheiro dos clientes. O inquérito é liderado pela 9.ª secção do Departamento de Investigação e Acção Penal, uma secção cujos magistrados têm vasta experiência na investigação casos de corrupção. A operação, que começou de manhã e ainda está decorrer, conta com dezenas de inspectores da Unidade Nacional de Combate à Corrupção.
“Já ouvi falar nessa associação que, porém, é algo fantasma. Nem sei se existe formalmente. Para além do seu presidente, não sei quem mais representa", disse ao PÚBLICO o presidente da Câmara dos Solicitadores, José Carlos Resende. O responsável salientou ainda que a Câmara dos Solicitadores tem um colégio de Agentes de Execução que representa oficialmente esses profissionais. O agente de execução é, em regra, um solicitador ou um advogado, inscrito como agente na Câmara dos Solicitadores. Trata-se de um profissional liberal que exerce funções públicas.
A actividade dos agentes de execução é ainda fiscalizada pela Comissão para o Acompanhamento dos Auxiliares de Justiça (CAAJ), a qual é responsável pelo acompanhamento, fiscalização e disciplina dos chamados auxiliares de justiça.
Também fonte judicial remeteu o PÚBLICO para a existência deste protocolo de cooperação institucional entre a CAAJ e o DIAP de Lisboa que permite trocar informações face a suspeitas de crime que recaem sobre agentes de execução neste tipo de processos.
Em 2013, a Câmara dos Solicitadores denunciou Francisco Duarte por este surgir em duas listas de devedores ao fisco. Um das dívidas ascenderia, segundo o comunicado de então da Câmara de Solicitadores a um milhão de euros. Francisco Duarte garantiu, contudo, que já estava a saldar as dívidas, tendo abatido então 500 mil euros.
José Carlos Resende diz ter sido informado esta quarta-feira da realização das buscas pela PJ, sublinhando que o sistema informático implementado no sector (Sistema Informático de Apoio aos Agentes de Execução) permite "detectar facilmente" irregularidades, melhorando muito o "trabalho geral de fiscalização" da actividade dos agentes de execução.
Segundo o responsável, o sistema informático – “que é exemplo único na Europa” - detecta agora rapidamente qualquer "irregularidade", lançando depois um "alerta". Tal acontece quando um montante de uma execução é transferido irregularmente para uma conta “estranha” não associada “ao cliente”, explica ainda José Carlos Resende.
O presidente da Câmara dos Solicitadores mostrou-se ainda satisfeito com a actuação policial porque, disse, tem um efeito "profiláctico" e preventivo numa actividade que envolve 1300 profissionais que, anualmente, movimentam entre 500 e 600 milhões de euros. (público)
O presidente da Associação dos Agentes de Execução, Francisco Duarte, foi detido esta tarde por inspetores da Unidade Nacional Contra a Corrupção da Polícia Judiciária. É suspeito de crimes de peculato, isto é, de apropriação de verbas dos processos de cobrança de dívidas. A detenção de Francisco Duarte foi ordenada por um procurador da 9ª secção do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, depois de a Judiciária ter feito buscas ao seu escritório e à sua casa, em Cascais.

Neste processo, a Polícia Judiciária está a investigar vários agentes de execução de dívidas por suspeitas de desvio de dinheiro em vários processos. Esta manhã, dezenas de inspetores da Unidade Nacional Contra a Corrupção fizeram buscas em escritórios e casas em Lisboa e noutras zonas do País. O principal alvo do processo é Francisco Duarte, presidente da Associação dos Agentes de Execução, que foi alvo de buscas nos seus escritórios e na sua casa, em Cascais.
Segundo informações recolhidas pelo DN, a investigação da Judiciária detetou vários esquemas de desvio de dinheiro dos processos de execução, os quais passam pela simulação eletrónica entre processos de cobrança de dívidas de entregas de dinheiro aos credores à colocação dos montantes cobrados em aplicações bancárias por 30 dias, ficando os agentes de execução com os respetivos juros após terem transferido o dinheiro da dívida para os credores.
O presidente da Câmara dos Solicitadores, José Carlos Resende disse à Lusa ter sido informado da realização das buscas pela Polícia Judiciária (PJ), sublinhando que o sistema informático implementado no setor permite "detetar facilmente" quaisquer irregularidades, melhorando muito o "trabalho geral de fiscalização" da atividade dos agentes de execução.
Segundo Carlos Resende, o sistema informático deteta agora rapidamente qualquer "irregularidade", lançando depois um "alerta". Dn/Lisboa
Os escritórios de Francisco Duarte foram passados a pente fino. Em três anos, 37 advogados e solicitadores foram demitidos por apropriação ilícita de dinheiro de cidadãos penhorados.
Troika obrigou à criação de organismo que fiscaliza auxiliares de justiça

O presidente da Associação dos Agentes de Execução foi esta quarta-feira detido na sua casa em Cascais depois de inspetores da Unidade Nacional Contra a Corrupção da PJ terem feito buscas aos seus escritórios. Francisco Duarte é suspeito de peculato em processos de execução por si conduzidos. Ter-se-á apoderado de quantias que não lhe pertenciam. A detenção surge na sequência de uma investigação a vários agentes de execução.


De sublinhar que, nos últimos três anos, entre 2012 e 2014, a Câmara de Solicitadores expulsou 37 profissionais por comportamentos ilícitos durante ações de penhoras, uma função agora desempenhada pela Comissão para o Acompanhamento dos Auxiliares de Justiça (CAAJ) que terá sido quem comunicou as suspeitas ao Departamento Central de Investigação e Ação Penal.
A sociedade gerida por Francisco Duarte conta com um escritório em Lisboa e e outro em Tondela. Estes dois locais e a casa do do presidente da Associação dos Agentes de Execução terão sido passados a pente fino pela Judiciária.
De acordo com a página de internet da F. Duarte & Associados, este é um dos “dez maiores escritórios de Agentes de Execução do País” com “uma carteira com cerca de 24 mil processos”. A taxa de sucesso, informa a sociedade, é de “cerca de 66%, em relação aos processos finalizados, que se traduziu até 2011, na recuperação aproximada de 27 milhões de euros” – numa média de 600 processos por dia. Toda essa documentação deverá ser analisada na investigação.
O DN diz que a PJ terá detetado vários esquemas de desvio de dinheiro em processos de execução que  “passam pela simulação eletrónica entre processos de cobrança de dívidas de entregas de dinheiro aos credores à colocação dos montantes cobrados em aplicações bancárias por 30 dias, ficando os agentes de execução com os respetivos juros após terem transferido o dinheiro da dívida para os credores”.
A denúncia ao Ministério Público, que atribuiu a investigação à PJ, terá partido da própria Comissão para o Acompanhamento dos Auxiliares de Justiça (CAAJ) que entrou em funções no segundo semestre de 2014 por imposição da troika. Cabe a este organismo fiscalizar a atividade destes profissionais E a sociedade de Francisco Duarte terá sido uma delas.
Ao Observador, em maio de 2014, o presidente da Câmara de Solicitadores já tinha denunciado vários estratagemas usados pelos agentes de execução. Na altura, os números davam conta de 34 agentes expulsos. Desde então, já foram expulsos mais três, totalizando os 37.
O presidente José Carlos Resende afirmou, na altura, existirem casos em que se detetou a transferência de dinheiro para as contas pessoais dos próprios agentes de execução. Noutros, o processo disciplinar que originou a expulsão resultou de denúncias de particulares ou de colegas que detetaram comportamentos suspeitos.
“Houve casos em que os próprios agentes de execução assumiram ter tido um comportamento ilícito. Alguns precisaram do dinheiro, acharam que o podiam repor e depois perceberam que se descontrolaram. Depois acabam por assumir e entregar os seus bens para o pagamento da dívida. Há ainda quem pague em prestações”, contou.
Os agentes de execução, que podem ser advogados ou solicitadores, perdem a carteira profissional de agente de execução mas não perdem imediatamente os direitos de exercício de solicitadoria ou de direito. “Primeiro são expulsos da especialidade e depois é feita uma análise de idoneidade para saber se é expulso da profissão”. Ainda assim, pelo menos durante 15 anos não podem voltar a integrar a profissão de agente de execução.
Os processos disciplinares e as expulsões aumentaram depois de ter sido introduzida uma ferramenta no sistema informático que controla os valores recebidos e pagos por estes profissionais. Desde que a CAAJ começou a funcionar, a Câmara dos Solicitadores deixou de interpor processos disciplinares.
A CAAJ tem acesso ao sistema informático que controla os processos dos agentes de execução e quando deteta alguma irregularidade ela própria promove os processos disciplinares e, em caso de crime, denuncia ao Ministério Público. Terá sido o que aconteceu com o agente de execução agora sob investigação.
“Enquanto presidente, quando um colega é acusado de mexer em dinheiro fico zangado e triste. Todos os anos os agentes de execução entregam cerca de 600 milhões de euros. E tocar nem que seja num euro deixa-me zangado. Por outro lado, mostra que o sistema que implementámos em 2012 está a funcionar”, disse esta quarta-feira José Carlos Resende ao Observador.
De todos os processos disciplinares abertos pela Câmara de Solicitadores, sempre que houve indício de crime foi comunicado às autoridades para abertura de inquérito-crime.
O Observador tentou falar com algum responsável da F. Duarte & Associados, mas dos escritórios em Lisboa ninguém atendeu o telefone. Já do escritório em Tondela responderam que não “havia ninguém disponível para falar”.
A Câmara dos Solicitadores diz que a Associação de Agentes de Execução, presidida por Francisco Duarte, não tem qualquer representação a nível de associados. Francisco Duarte já tinha sido notícia em 2013 por integrar a lista de devedores ao Fisco. Num direito de resposta enviado ao Jornal de Notícias, o agente de execução afirmou que o seu escritório tem sido alvo de várias fiscalizações. E teceu duras críticas ao presidente da Câmara dos Solicitadores.
Francisco Duarte deverá ser presente a tribunal esta quinta-feira. De acordo com o Código Penal, incorre numa pena de prisão de um a oito anos “o funcionário que ilegitimamente se apropriar, em proveito próprio ou de outra pessoa, de dinheiro ou qualquer coisa móvel, pública ou particular, que lhe tenha sido entregue, esteja na sua posse ou lhe seja acessível em razão das suas funções”. A pena é reduzida se os valores em causa forem baixos. (observador)

Coelho denuncia 2 tipos de justiça: Uma para safar os ladrões e corruptos do sistema; outra para tramar os autonomistas e Democratas que os denunciam

Jornal da Madeira

Comentário de um leitor do Diário de Notícias do Funchal

«Isto só visto! A polícia judiciária teve um trabalhão dos diabos para arranjar as provas como havia (...) no porto do Funchal. Depois uma senhora magistrada na véspera de se ir embora, manda todo o trabalho da PJ para o caixote do lixo, arquivando o processo de investigação! só mesmo neste pais (...) é que o povo paga a estes senhores magistrados para brincar aos processos!» Ver comentário do DN AQUI


 

Escreve com toda a propriedade o politólogo e comendador dr. Rui Nepomuceno

«Sem pompa nem glória, Alberto João Jardim foi empurrado da direcção do PSD/M. embora tudo o resto prossiga numa clara evolução na continuidade do tipo primavera «miguelista». Ao contrário do populismo truculento e desbocado de Jardim, Miguel Albuquerque exibirá uma imagem urbana, civilizada e dialogante, estreitará as relações com o Governo neoliberal do seu amigo Passo Coelho, e numa operação de cosmética tentará embranquecer alguns erros grosseiros da política jardinista. Mas, o certo é que apregoada renovação não passou duma doce miragem, pois logo os sanguessugas de sempre, os mesmos que serviram e serviram-se do chefe, deram a mãos em comovente unanimidade para perpetuar as mordomias e engordar a clientela de sempre, misturando a política com os negócios, e desbaratando o orçamento regional nas tradicionais negociatas e despesismos. BASTA! É URGENTE QUE OS PROGRESSISTAS MADEIRENSES CONSTRUAM UMA REAL ALTERNATIVA DE MUDANÇA EM DEFESA DOS TRABALHADORES, DO POVO, DA CLASSE MÉDIA E DA AUTONOMIA POLÍTICA DA MADEIRA.»

Manchete do Diário de Notícias do Funchal traz novidades da Coligação


Também o AJJ está preocupado com o PTP e a coligação (cartune do Jornal da Madeira de hoje)
Deputada Raquel Coelho do PTP participou ontem na conferência de líderes da Assembleia Legislativa da Madeira
A juíza do PPD Micaela de Sousa não larga Coelho.
É condenações atrás de condenações (notícia do JM de hoje)

O pior é que estes juízes feitos com o sistema (leia-se PSD) quando vêm para a Madeira ficam cá sempre. São inamovíveis. gozam desse estatuto. Depois temos que "comer" com eles até eles irem para a reforma dourada. Estés tipos têm salarios chorudos. Acrescidos de mais 800 euros mensais para ajuda da renda da casa e ainda direito a viajar em qualquer transporte público sem pagar. Depois andam a tramar os democratas que denunciam a corrupção com condenações absurdas e penhoras de salário e outros bens. A maior parte destes magistados não prestam . Conspurcam a justiça e não há forma de os correr da Região. É uma canalha abjecta e revoltante!Gabriela Knaul reuniu-se esta terça-feira com a Procuradora-geral da República, no âmbito de uma uma série de encontros com representantes do poder executivo, legislativo e judiciário.

A visita de Gabriela Knaul, que se prolonga até 3 de fevereiro inclui ainda encontros com o Provedor de Justiça, magistrados e advogados, insere-se na preparação de um relatório sobre o sistema judicial português, que será apresentado ao Conselho de Direitos Humanos, em junho deste ano.
O trabalho vai centrar-se nas "conquistas e nos desafios do país para garantir a independência do poder judiciário, o livre exercício da profissão de advogado, e o acesso à justiça para todos", disse, em comunicado, Gabriela Knaul, que está em Portugal a convite do Ministério da Justiça português.
De acordo com Gabriela Knaul, o relatório irá concentrar-se em questões-chave da administração da justiça, como os "atrasos indevidos, a igualdade de acesso à justiça e a assistência jurídica, em especial para os membros mais vulneráveis da população, como as crianças, os imigrantes, a comunidade cigana ou as mulheres vítimas de violência doméstica".
Gabriela Knaul é relatora especial da ONU desde agosto 2009, foi juíza no Brasil e é especialista em justiça penal e em administração dos sistemas de judiciais. (dn/Lisboa)

Alberto João critica Albuquerque nas entrelinhas por ter "traído" o PSD e ter aconselhado militantes a votar no CDS

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Micaela de Sousa juíza fascista do tribunal da Comarca da Madeira não para de perseguir o deputado José Manuel Coelho

José Manuel Coelho e Eduardo Welsh condenados a pagar indemnização a Cristina Pedra

Já Gil Canha foi absolvido
O Tribunal de Instância Central da Comarca do Funchal condenou o deputado José Manuel Coelho e o diretor do extinto quinzenário 'O Garajau' ao pagamento de uma indemnização de 2.500 euros à presidente da Associação Comercial e Industrial do Funchal.
Esta foi a decisão judicial proferida num processo movido pela responsável da Associação Comercial e Industrial do Funchal (ACIF), Cristina Pedra, contra Eduardo Welsh (ex-deputado do PND) e Gil Canha (ex-vereador da Câmara do Funchal), na sua qualidade, respetivamente, de diretor e diretor-ajunto daquela publicação satírica madeirense, por notícias publicadas em 2006 e 2007 relacionados com a sua atuação na Empresa de Trabalho Portuário (ETP).
O julgamento começou em abril de 2014 e a sentença foi produzida a 19 de janeiro deste ano, sendo que Cristina Pedra exigia aos réus uma indemnização cível de 150 mil euros.
José Manuel Coelho foi o autor de uma das notícias em causa, escrita sob o pseudónimo de Jorge Cascalho.
No texto da sentença, a que a Lusa teve hoje acesso, o juiz julgou "parcialmente procedente, por provada, a presente ação declarativa de condenação com processo ordinário".
Decidiu absolver Gil Canha, considerando que apesar de ser responsável pela "edição do 'Garajau', pela sua linha editorial e pela maioria das respetivas peças publicadas sem autoria assumida, não ser possível concluir que participou na autoria" da notícia que servia de base à acusação.
O tribunal decidiu "condenar os réus Eduardo Welsh, José Manuel da Mata Vieira Coelho e Publigarajau, Lda. solidariamente, no pagamento à autora de uma indemnização por danos não patrimoniais no valor de 2.500 euros", pode ler-se no texto da sentença.
Em causa esteve o conteúdo de sucessivos artigos publicados relacionados com a Empresa de Transporte Marítimo (ETP/RAM), da qual Cristina Pedra era diretora técnica, intitulados "O porto está a arder", "OPM (Operação Portuária da Madeira) apanhada", "balde de água" num inquérito que foi, posteriormente, arquivado pelo Ministério Público, "a montanha move-se".
Entre outros aspetos, nestas publicações, os réus mencionaram que "apareceram dois balanços contabilísticos da empresa, um fictício e outro real" e acusaram a autora de desvio de dinheiros e de "pagamentos injustificados".
O tribunal considerou que, apesar destas notícias relativas à atividade portuária na Madeira suscitarem o interesse, os réus "violaram o bom-nome e reputação da autora (...) e que tal ofensa deve ser ressarcida pelos réus".
"Os jornalistas têm o dever de informar com rigor e isenção, rejeitando o sensacionalismo e demarcando claramente os factos da opinião", escreveu a juíza do processo, acrescentando que "constitui igualmente dever do jornalista ouvir as partes com interesses atendíveis nos casos de que se ocupa e abster-se de formular acusações sem provas".
A sentença concluiu ter ficado demonstrado que "os réus Eduardo Welsh e José Manuel Coelho quiseram (...) afetar a credibilidade e confiança" de Cristina Pedra. (dnoticias.pt)

Coelho acusa Jardim e Albuquerque de traição aos madeirenses

Coelho acusa Jardim e Albuquerque de traição aos madeirenses

Líder do PTP critica acordo combinado com Lisboa para mais um ano de austeridade
O líder e deputado do PTP, José Manuel Coelho, acusou esta tarde Alberto João Jardim e Miguel Albuquerque de “traição” à Madeira por terem “combinado” com o Governo da República o prolongamento por mais um ano do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro (PAEF).
“Enquanto no continente, os funcionários públicos e o povo português ficam livres desse garrote da austeridade, aqui, na Madeira, vamos continuar por mais um ano [com a austeridade], graças à traição do senhor Miguel Albuquerque juntamente com o dr. Alberto João Jardim. Vai ser mais um ano em que os madeirenses vão ter que suportar mais impostos, mais desemprego, mais miséria e mais dificuldades”, denunciou o representante partidário, numa acção realizada em frente ao Edifício do Governo Regional, na Avenida Zarco.
Coelho classificou o acordo para prorrogação do PAEF como um “negócio fraudulento” e deu um exemplo das consequências deste entendimento entre os dois governos: “O Governo Regional, por causa desse acordo feito com a República, está impedido de admitir novos funcionários. É o que se passa nos hospitais e nos centros de saúde, com falta de enfermeiros e médicos”. Como ‘moeda de troca’, o executivo madeirense tem acesso a um empréstimo de 320 milhões de euros, que o líder do PTP diz que vai servir para “meter na Marina do Lugar de Baixo, dar às sociedades de desenvolvimento, esbanjar o dinheiro no betão e no alcatrão”. (dnoticias.pt)


"A Humilhação nacional acabou. O memorando acabou. A chantagem acabou. A subserviência acabou". Alexis Tsipras

Coro da Igreja Adventista do Sétimo Dia no ano de 1973. Quem dirigia o coro (o maestro) era o pastor Paulo Tito Falcão.
Nataniel,Enoque,Samuel,Eurico,Adelino,Paulo,Norberta,Dulce,Elizabete,Angela,Paula,?,Mª do Carmo,Mamé,Ritinha,Rita Cacau,Ultima ?
interior da Igreja adventista do sétimo dia na rua de Joaquim Bonifácio em Lisboa
Com a devida vénia do DN/Lisboa

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Partido Trabalhista denuncia a falta de médicos no Centro de Saúde de Santa Cruz


"Cada vez há menos médicos e cada vez há mais doentes sem assistência"

José Manuel Coelho denunciou no Centro de Saúde de Santa Cruz haver "centenas de doentes" que estão "totalmente desamparados".


José Manuel Coelho denunciou hoje que "centenas de doentes" estão "totalmente desamparados", referindo-se à falta de médicos "em quase todos os centros de saúde da Região", mas em particular na unidade de saúde de Santa Cruz, onde promoveu a iniciativa política.


Foi aqui que alertou para o "grave problema", apontando o exemplo crítico daquele centro de saúde ter apenas "um médico de família", profissional que "não chega para as necessidades dos utentes", denunciou. Problema que garante ser generalizado na Região onde "cada vez há menos médicos e cada vez há mais doentes sem assistência", acusou.

O líder do PTP aproveitou a embalagem para lembrar que "no hospital a situação também é calamitosa", referindo-se à falta de médicos, de enfermeiros, de macas, de utensílios e de outros artigos. Uma realidade que diz estar à vista de todos, menos de Miguel Albuquerque que "não diz nada" e pior ainda “assobia para o lado perante estes problemas". Criticou por isso o líder do PSD-M e candidato à sucessão de Jardim: "Quer ser presidente do Governo mas não apresenta uma solução para este grave problema". O responsável Trabalhista na Região acusou ainda Alberto João Jardim de "fazer traições”, porque mesmo estando demissionário, fez um “acordo nas costas dos madeirenses para prolongar mais um ano a austeridade e para receber em troca disso 360ME que é para gastar em mais betão", concretizou. (dnoticias.pt)



Morreu Demis Roussos
Cantor grego tinha 68 anos.

O cantor grego Demis Roussos morreu durante este fim de semana numa unidade hospitalar de Atenas, na Grécia. "Após ter estado internado durante um período prolongado no hospital Igia, o artista mundialmente célebre morreu", refere um curto comunicado médico citado pela AFP. O artista tinha 68 anos. A filha do músico, Emily, confirmou a notícia ao jornal francês Le Figaro.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/mundo/detalhe/morreu_demis_roussos.html

domingo, 25 de janeiro de 2015

Discurso de José Manuel Coelho no congresso extraordinário do PTP (Partido Trabalhista Português)

Intervenção de José Manuel Coelho no congresso extraordinário do Partido Trabalhista

Continuação da Intervenção do Coelho

"Somoza pode ser um filho da puta, mas é o nosso filho da puta"

A Traição de Jardim ao povo madeirense


O interesse do Poder laranja é mau para os madeirenses diz o enfermeiro Edgar Silva

Edgar Silva membro do Partido Trabalhista Português


 

Intervenção de Edgar Silva no 1º Congresso Extraordinário do PTPhttp://www.rtp.pt/play/p85/e180439/telejornal-madeira

Demasiadas vezes a oligarquia encontra para a sucessão um déspota desqualificado e eficaz apenas no roubo.

ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/#ixzz3PrvPHdUx