sábado, 31 de maio de 2014

A nova juíza- conselheira Laura Tavares vai ao beija-mão da brigada do reumático do governo mais corrupto da UE

Pelo andar da carruagem a nova juíza conselheira não vai fazer ondas  com o regime jardinista e vai deixar cair todas as bandeiras de luta do juiz João Aveiro Pereira. Se não nos enganamos vai tudo voltar à paz dos cemitérios e os corruptos do regime podem afinal ficar a dormir descansados.

Coelho e PTP continuam na luta mesmo depois de eleições


com a devida vénia ao Diário Cidade

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Deputada Raquel Coelho do PTP analisa a situação das eleições Europeias

Deputada Raquel Coelho do PTP analisa a situação das eleições Europeias

Hegemonia Alemã

raquel no 1º de maio

A grave crise financeira que atingiu a Europa, ou melhor, a crise do euro, baralhou o jogo do poder da União Europeia (UE) transformando a Alemanha numa superpotência política, até então uma superpotência apenas económica.

 Hoje, quem manda e desmanda na UE é decididamente a Alemanha, o que obriga a toda uma nova reflexão, estando nós a braços com uma plataforma que permite, através da fachada do Parlamento Europeu (PE), que uma democracia vote o destino de outra democracia.

 Se a população Portuguesa tivesse a consciência da influência do PE, ou melhor dizendo, da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu nas nossas vidas a abstenção nas Eleições Europeias não teria sido de quase 75%.

 Até porque urge concentrar todos os esforços em travar a hegemonia Alemã em relação aos estados membros devedores, em que se intensifica cada vez mais o fosso entre os países do Norte e os países do Sul. Temos uma Europa dividida ao meio, em que as elites políticas e económicas estrangeiras atentam contra os direitos e conquistas das populações.

 Caminhamos para duas europas, em que existirão europeus de primeira e de segunda e, escusado será dizer, que os Portugueses pertencerão aos de segunda.

Raquel Coelho responde às mentiras do Jornal da Madeira

raquel_6Rico Jornal da Madeira/PSD

O Jornal da Madeira recebe em média 11 mil euros por dia de subsídios do Governo Regional. Se multiplicarmos este valor por um período de quatro anos, equivalente a uma legislatura, ultrapassa os 16 milhões de euros. Tudo isto para distribuir propaganda gratuita de Alberto João Jardim.

Quantos assessores jardinistas tem o Jornal da Madeira?

O JM, de vez em quando, faz grandes manchetes com a forma como o PTP utiliza a sua subvenção parlamentar. O JM, na edição de ontem, dizia que o “PTP distribui meio milhão por doze”. O JM, de forma demagógica, somava o ordenado dos deputados, vencimentos auferidos por direito, com a referida subvenção que é utilizada de forma legal e legitima para pagar aos seus assessores.

O grupo parlamentar do PTP recebe 313 mil euros anuais. O CDS 936 mil euros. O PS 620 mil euros, o PCP, PND, PAN e MPT 104 mil euros anuais.

O Jornal da Madeira nunca faz referência a quem mais recebe, o PSD, que anualmente é contemplado com uma verba da Assembleia Legislativa Regional de 2,6 milhões de euros.

Tal como fez o JM, se somássemos a subvenção aos ordenados dos 25 deputados do PSD, acumulássemos os suplementos do presidente do Parlamento, dos vice-presidentes do PSD e do presidente do grupo parlamentar, então tínhamos um bom resultado. Há outros cálculos que podemos fazer, por exemplo, somar o ordenado de Jaime Ramos (pai), líder parlamentar, ao de Jaime Filipe Ramos (filho), vice-presidente do grupo parlamentar e ao da deputada esposa de Jaime Ramos, secretária da mesa.

Fica o desafio para os ilustres assessores do PSD no Jornal da Madeira.

O grupo parlamentar do PTP apresenta documentação que fundamenta as suas despesas, ao contrário do PSD que, de acordo com o relatório de 2007 do Tribunal de Contas, não apresentou qualquer documentação referente às transferências da Assembleia Legislativa Regional no valor de aproximadamente oito milhões de euros. O que fizeram a oito milhões de euros num só ano? Ninguém sabe, nem o Tribunal de Contas. (artigos de opinião publicados no semanário Tribuna da Madeira) 

(http://pravda-ilheu.com/2014/05/deputada-raquel-coelho-do-ptp-analisa-a-situacao-das-eleicoes-europeias/)

 
Disse Rui Nepomuceno:
O resultado das eleições europeias revelam que o modelo da Europa dos monopólios, submissa aos interesses da Alemanha, e ao grande capital financeiro foi bastante contestado, e que a maioria dos votantes exige mudanças. Na verdade os partidos do «centrão» ou seja do centro direita e do centro esquerda que também têm sustentado este modelo perderam muito do seu peso e influência, como está patente em Portugal onde pela primeira vez os partidos do arco do poder, PSD, CDS e PS, obtiveram menos de 60% dos votos. Todavia, apesar da esperança de mudanças, a situação está ensombrada pela vitória da estrema-direita em França, na Dinamarca, e na Inglaterra, ficando em 2º lugar na Hungria e na Letónia, e em terceiro na Grécia e na Áustria. Felizmente a forças da esquerda real, defensoras da coesão social, da solidariedade, e do respeito da soberania dos países, tiveram avanços significativos, como aconteceu com a vitória do «Syriza» na Grécia, e do «Movimento 5 Stelle» da Itália, e das expressivas votações do «Podemos» em Espanha e da «CDU» em Portugal; o que significa que se o PS e os partidos socialistas da Europa, reconstruirem uma alternativa em si mesmos, que retire da gaveta o socialismo que lá meteram, ENTÃO O FUTURO DA EUROPA ALCANÇARÁ UMA MUDANÇA JUSTA E PROMISSORA PARA OS SEUS POVOS.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Coelho mostra mau exemplo e bom exemplo da Justiça

Líder do PTP desafia nova juíza do Tribunal de Contas a "enfrentar os ladrões"
O líder do PTP, José Manuel Coelho, apresentou esta tarde, em conferência de imprensa, o procurador Varela Martins e o juiz João Aveiro Pereira, que trabalharam no Tribunal de Contas na Madeira, como as duas facetas antagónicas dos tribunais.
Frente à secção regional do Tribunal de Contas, Coelho afirmou que o procurador “representa aquilo que de mau e inquinado existe na justiça portuguesa”, porque “acabou por ser controlado pelo regime jardinista e começou a arquivar todos os roubos e falcatruas do Governo do dr. Alberto João Jardim que a Polícia Judiciária e o Ministério Público tinham conhecimento”. Já o juiz Aveiro Pereira foi apresentado como “um herói” e “um homem justo, que defende o dinheiro dos contribuintes, que defende o Estado Português e que detectou roubos de centenas de milhões de euros por parte dos titulares dos vários governos” de Jardim.
Numa altura em que se verificam mudanças na secção regional do Tribunal de Contas, o líder do PTP desafiou a nova juíza, Laura Tavares da Silva, a “continuar o bom trabalho que fez o juiz conselheiro João Aveiro Pereira”. “Não tenha medo em enfrentar os ladrões e em levá-los ao tribunal porque os democratas estão do seu lado”, rematou o porta-voz partidário. (http://www.dnoticias.pt/actualidade/politica/450547-coelho-mostra-mau-exemplo-e-bom-exemplo-da-justica)



Coelho dá bom e mau exemplo da justiça

Nova juíza do Tribunal de Contas prefere o silêncio

Responsável foi recebida esta tarde pelo representante da República

Nem uma palavra para a Comunicação Social. Esta foi a postura adoptada pela nova juíza-conselheira da Secção Regional da Madeira do Tribunal de Contas, Laura Tavares da Silva, que esta tarde foi recebida em audiência pelo representante da República, Ireneu Barreto.
Laura Tavares da Silva está agora a iniciar funções e substitui o juiz-conselheiro João Aveiro Pereira à frente do Tribunal de Contas na Madeira. Recorde-se que a nova juíza nasceu em Moçambique há 61 anos e fez a maior parte da sua carreira no Ministério Público. Antes de vir para a Madeira exercia as funções de procuradora-geral adjunta no Tribunal de Contas nos Açores e, em acumulação, era auditora jurídica do representante da República naquela região autónoma. (thttp://www.dnoticias.pt/actualidade/politica/450567-nova-juiza-do-tribunal-de-contas-prefere-o-silencio)

O capitalismo continua a ser o que sempre foi (mesmo quando já existia e pouco era citado). Consistia, consiste e consistirá na propriedade privada dos meios de produção e na exploração de uma força do trabalho cada vez mais mal paga. São objectivos permanentes que assumem, em cada fase histórica, formas e modos de apresentação diferentes. O latifúndio agrário associava-se, na Antiguidade, às ideias de grande extensão de terras aráveis e ao poder discricionário e cruel que os poderosos senhores usavam contra os camponeses e escravos que os serviam. Tratava-se, portanto, de um conjunto de noções pouco ou nada simpáticas às população plebeias.
Nos actuais jogos de palavras, tudo neste aspecto mudou.Latifúndio, tal como colonialismo, exploração do homem, monopólio, burguesia, imperialismo e tantos outros termos mais, são expressões a evitar. Na gramática capitalista moderna tendem a ser substituídos por expressõespoliticamente correctas e agradáveis de ouvir, como acontece com Agronegócio. Este neologismo contém aquilo que o passado tornou odioso (exploração abusiva do solo, saque do trabalho do homem, conquista do lucro e do poder). Mas oculta-se atrás do biombo das técnicas de comunicação que mistificam, simultaneamente, a verdade e a mentira:progresso, tecnologias, combate à fome, solidariedade, filantropia, etc., etc. Basta comparar com a realidade embustes largamente usados pela comunicação social quando identifica agronegócio com o combate à fome;deveres sociais do Estado com as IPSS ou com a Economia da Comunhão; ou Reforma Agrária de Mercado com a genuína Reforma Agráriarevolucionária e socialista. (avante)
Recorte extraido do DN/Lisboa de hoje

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Nova juíza para o Tribunal de Contas da Madeira, substitui o juíz João Aveiro Pereira

(ver)

PTP recorre para o Tribunal Constitucional do não agendamento do debate das viagens de Jardim
Raquel Coelho acredita que o Tribunal Constitucional dará razão ao PTP sobre o direito de agendamento potestativo de um debate sobre as viagens do presidente do Governo Regional, recusado pela Mesa da Assembleia Legislativa da Madeira.
A líder parlamentar do PTP lamentou que a presidência da ALM tenha "desencantado" um parecer do Tribunal Constitucional que diz que o parlamento não pode obrigar os membros do governo a se deslocarem ao plenário, mas lembra que, como determina o regimento da Assembleia, os grupos parlamentares têm o direito de promover a realização de dois debates por sessão legislativa.Raquel Coelho entende que a Mesa deveria agendar o debate, independentemente da presença, ou não, do Governo Regional.O PTP vai recorrer para o Tribunal Constitucional do que considera ser um desrespeito total pelo parlamento que, sublinha a deputada, até pode levar "à dissolução da Assembleia". (http://www.dnoticias.pt/actualidade/politica/450310-ptp-recorre-para-o-tribunal-constitucional-do-nao-agendamento-do-debate-)

Coelho recorda que PS e PSD são os partidos mais capitalistas do paísCoelho apoia a legalização das medicinas alternativas e fala dos trabalhadores da ILMA

Raquel Coelho acusa PS e PSD de terem lesado o país

Coelho aconselha António Fontes a ser líder forte do PSD Madeira

terça-feira, 27 de maio de 2014

Deputada Raquel Coelho desmascara o clima de conspirações palacianas dentro do PS/Madeira

Raquel Coelho acusa PS de viver de "golpes palacianos"

Deputado do PTP-Madeira absolvido dos crimes de difamação e ofensa

José Manuel Coelho foi hoje absolvido no Tribunal do Funchal dos crimes de difamação e ofensa a pessoa colectiva, devido a declarações feitas em 2009
O deputado do Partido Trabalhista Português (PTP) na Assembleia Legislativa da Madeira José Manuel Coelho foi hoje absolvido no Tribunal do Funchal dos crimes de difamação e ofensa a pessoa coletiva, devido a declarações feitas em 2009.
José Manuel Coelho foi julgado por declarações proferidas durante uma ação de campanha em frente ao edifício da Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais da Madeira, enquanto candidato à Assembleia da República.
Nessa ação, o candidato criticou a aplicação de fundos comunitários na agricultura da Região, defendendo que estes dinheiros eram também utilizados para realizar outro tipo de empreendimentos, como estradas que eram depois inauguradas pelo presidente do Governo Regional.
"É preciso denunciar o covil de ladrões que existe na Secretaria Regional do Ambiente", foi a expressão utilizada na ocasião por José Manuel Coelho e que esteve na origem do processo movido pelo Ministério Público, na sequência de uma queixa apresentada pelo responsável por aquele departamento do executivo madeirense, Manuel António Correia, que se constituiu assistente, sem deduzir qualquer pedido cível.
A juíza Elsa Serrão considerou que as declarações foram proferidas em plena campanha eleitoral, pelo que estavam "inseridas no direito de crítica pública, no âmbito da luta político partidária", acrescentando que a utilização de "linguagem por vezes grosseira é usada na arena política".
Contudo, argumentou que, neste caso, "não atingiu o patamar mínimo para que a justiça intervenha", referindo que José Manuel Coelho "não personificou o queixoso [secretário regional]", concluindo pela "inexistência do crime de difamação".
No entender da magistrada, "os políticos devem ser mais tolerantes às críticas".
No que diz respeito ao crime de ofensa a organismo, serviço ou pessoa coletiva, a juíza decidiu que o arguido "não foi motivado por qualquer intencionalidade direta de ofender" a Secretaria Regional.
"A afirmação covil de ladrões não é uma expressão factual, mas uma valoração", considerou Elsa Serrão, julgando improcedente a acusação pública e absolvendo José Manuel Coelho dos dois crimes.
O deputado do PTP tem pendentes cerca de duas dezenas de processos nos tribunais, admitiu o seu advogado. (http://www.dnoticias.pt/actualidade/madeira/450143-deputado-do-ptp-madeira-absolvido-dos-crimes-de-difamacao-e-ofensa?page=1)
Os três senhores que se seguem na CMF:Até ver!

Domingos Rodrigues, Madalena Nunes e Miguel Gouveia são os novos vereadores da CMF

Cafôfo escolheu independentes próximos do PS
Domingos Rodrigues no Urbanismo, Madalena Nunes na área social e Miguel Gouveia nas Finanças são os novos vereadores da Câmara Municipal do Funchal. Os nomes foram avançados pelo presidente da Câmara do Funchal, Paulo Cafôfo, numa reunião realizada ontem à tarde, na sede do Bloco de Esquerda, com os vários partidos que constituem a coligação 'Mudança'. Na reunião, o PND anunciou que deixa a coligação na sequência das divergências registadas nas últimas semanas.
Os novos vereadores deverão assumir funções na reunião camarária de quinta-feira. Domingos Rodrigues tem 54 anos, é docente na Universidade da Madeira na área da Geologia e era 6.º na lista da coligação. Madalena Nunes tem 58 anos, é professora e ocupava o 9.º lugar na lista. Por fim, Miguel Gouveia tem 36 anos, é engenheiro na Empresa de Electricidade da Madeira e era 10.º da lista. Os três novos vereadores são independentes mas conotados com o PS. Aliás, Domingos Rodrigues e Miguel Gouveia estiveram presentes na sede do PS na noite eleitoral de domingo.
Andreia Caetano (7.º) mantém-se como adjunta do presidente da CMF e Maurício Marques (8.º) manifestou-se indisponível para integrar o executivo autárquico devido aos seus afazeres profissionais. (dnotícias.pt)

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Pelos resultados das Europeias o povo ainda não quer que o governo vá embora.Aguenta mais austeridade

Ulrich: "Se os sem-abrigo aguentam porque é que nós não aguentamos?"


Fernando Ulrich voltou a explicar ontem, durante a apresentação dos resultados do BPI, o contexto da sua expressão "aguenta, aguenta..."
Depois de ter defendido em outubro do ano passado que o país aguentava mais austeridade, o presidente do BPI voltou ontem ao tema com um novo argumento: Se os sem-abrigo aguentam porque é que nós não aguentamos?
"Se os gregos aguentam uma queda do PIB (Produto Interno Bruto) de 25% os portugueses não aguentariam porquê? Somo todos iguais, ou não?", questionou-se Fernando Ulrich durante uma conferência de imprensa de apresentação de resultados do BPI, em Lisboa.
"Se você andar aí na rua e infelizmente encontramos pessoas que são sem-abrigo, isso não lhe pode acontecer a si ou a mim porquê? Isso também nos pode acontecer", acrescentou durante o encontro com os jornalistas. 
"E se aquelas pessoas que nós vemos ali na rua, naquela situação e sofrer tanto aguentam porque é que nós não aguentamos? Parece-me uma coisa absolutamente evidente", rematou o banqueiro.Ler mais: http://expresso.sapo.pt/ulrich-se-os-sem-abrigo-aguentam-porque-e-que-nos-nao-aguentamos=f783682#ixzz32ro70cxf

domingo, 25 de maio de 2014

PTP teve resultados"modestos" mas "encorajadores"- disse José Manuel Coelho

O cabeça-de-lista do Partido Trabalhista Português (PTP) ao Parlamento Europeu, José Manuel Coelho, disse no domingo que, "embora modestos", os resultados do seu partido nestas eleições "são encorajadores".
Em declarações à agência Lusa, José Manuel Coelho mostrou-se "satisfeito com o resultado obtido" pelo PTP, que "ainda é um partido novo".
Durante a campanha eleitoral, ele próprio já sabia que a sua eleição "era uma tarefa quase impensável" face às "grandes máquinas" de outras candidaturas.
Com mais de 22 mil votos, o Partido Trabalhista Português não conseguiu nenhum mandato no Parlamento Europeu, mas alcançou, na sua opinião, "um resultado razoável" para "reforçar as conquistas de Abril", o que "dá razões para continuar a luta", afirmou.
"Acho muito mau a Aliança Portugal ter ainda aquela percentagem de votos", disse o candidato.
Em segundo lugar com mais de 900 mil votos, a seguir ao PS, a coligação PSD/CDS registou "um resultado que é contraditório", considerou.
"O povo português está a sofrer e ainda vota neles", criticou José Manuel Coelho.
Defendeu, por outro lado, que a eleição de António Marinho e Pinto, pelo MPT, "é um epifenómeno" e que o PCP e o BE, juntos, "deveriam ter o dobro dos deputados" no Parlamento Europeu.
Perto de 9,7 milhões de eleitores foram hoje chamados a eleger os 21 deputados portugueses no Parlamento Europeu, menos um do que há cinco anos.
Às 23:55 de domingo, quando faltavam apurar quatro mandatos, o PS tinha eleito sete eurodeputados, a Aliança Portugal (PSD/CDS) seis, a CDU três, o MPT e o Bloco de Esquerda um cada e a abstenção cifrava-se em 66,09%.(http://www.dnoticias.pt/actualidade/politica/449821-ptp-teve-resultadosmodestos-mas-encorajadores)
Coelho satisfeito com os resultados do Parlamento Europeu

PTP teve resultados"modestos" mas "encorajadores" - José Manuel Coelho, titula o Jornal da Madeira

Votar hoje e sermos dignos dos grandes portugueses do passado nomeadamente do infante D. Henrique

Coelho sugere voto para vencer 'o velho do Restelo' Candidato do PTP quer portugueses à imagem do Infante D. Henrique
José Manuel Coelho votou esta manhã em Santa Cruz e considera que a participação nas 'Europeias' é uma oportunidade para vencer 'o velho do Restelo' que há em cada um dos portugueses.

"Temos que honrar o maior português de todos os tempos, o Infante D. Henrique, e acreditarmos que é possível vencer o 'velho do Restelo' que nos leva ao desânimo e à derrota e que é possível um Portugal melhor, um Portugal de Abril", referiu.
Assumidamente utópico, o cabeça-de-lista do PTP lança um apelo aos que provavelmente não usar o direito que Abril lhes deu:" Vamos de uma vez por todas afastar as forças das trevas e do mal". (dnotícias.pt)
O candidato do Partido Trabalhista às Eleições Europeias acredita numa mudança.
O candidato do Partido Trabalhista Português às Eleições Europeias, José Manuel Coelho, diz que as “pessoas estão magoadas com o Governo”, que tem colocado em causa “as conquistas alcançadas no 25 de Abril”, e acredita que o voto irá refletir esta insatisfação com as políticas em curso no nosso País.
Em Santa Cruz, concelho onde exerce o seu direito de voto, o candidato do PTP regista uma boa afluência às urnas, o que quer dizer que os vários partidos souberam passar bem a mensagem da importância deste ato eleitoral.(http://www.diariocidade.pt/?p=85271)
IMPENHORABILIDADE DO BEM DE FAMÍLIA

Esta petição pública pretende que a Assembleia da República discuta e aprove em plenário, legislar uma lei de carácter social e humanitário que garanta que, o Bem Imóvel residencial próprio do casal ou da entidade familiar, seja impenhorável e não responda por qualquer tipo de dívida fiscal, social, comercial ou de outra natureza,contraída pelos conjugues ou pelos pais e filhos que sejam seus proprietários e nele residam. Também é de proibir a penhora do chamado bem de família, que além da casa onde o devedor reside, também são tidos como bens de família aqueles objectos que equipam o lar, tais como: cama, mesa, móveis, frigorifico, fogão, TV., forno, microondas, computador, maq. lavar roupa e loiça, aparelhos electrónicos, etc., são bens essenciais ao dia-a-dia da vida familiar o que devem ser abrangidos pela garantia da impenhorabilidade do bem de família, vale dizer, não serem penhorados. A impenhorabilidade do Bem, é garantir aos que passam por dificuldades financeiras uma vida digna e de condições mínimas de sobrevivência da família, no seu mínimo existencial, sem deixar de ter a sua casa e recheio. É de excluir desta impenhorabilidade os veículos de transporte, (excepto, uma viatura de menor valor, pois hoje é um bem essencial e não de luxo), obras de arte, peças de decoração de luxo (em ouro e prata), se a entidade familiar é proprietária de vários imóveis utilizados como residência, a impenhorabilidade recairá sobre o de menor valor, salvo se outro tiver sido registado, para esse fim, no registo Predial de Imóveis. Assim considera-se; “o bem é destinado à utilização necessária a uma existência simples, mas digna, incluindo um pouco de lazer e conforto que são indispensáveis à saúde mental de qualquer ser humano”. De outra forma não poderia ser, pois penso que o Estado tem o dever de dar amparo e protecção às famílias, pois são elas a base da sociedade (contribuintes). Esta questão é garantir condições mínimas de sobrevivência e defender a entidade familiar e seu equilíbrio, desta maneira evitando-se a vergonha, miséria, destruição familiar, fuga e o pior de tudo o SUICÍDIO... 

Entendo que, se Assembleia da República aprovasse esta proposta de Impenhorabilidade do Bem de Família, que traz no seu conteúdo normas de carácter humanitário, constituía uma vitória social e sua importância na sociedade de consumo actual é inquestionável pois, num sistema capitalista no qual o objectivo dos indivíduos e famílias é juntar riqueza, estando a aquisição de bens no topo das necessidades humanas, é imprescindível a existência de uma legislação que proteja as casas e valores extra-patrimoniais como a dignidade da pessoa humana. Penso que é dever do Estado Moderno, (ex: lei do aborto, lei do casamento homossexual) diante da actual oferta, repleta de produtos e serviços, móveis e imóveis, não permitir que um indivíduo comprometa todo seu património conseguido através de trabalho e sacrifício. Assim sendo, é dever do Estado, ao consagrar a família como base da sociedade, não permitir que o devedor deixe a sua família desalojada. Penso que esta proposta não pretende, em hipótese alguma, incentivar o incumprimento do contrato ou de qualquer de suas condições do devedor, dando-lhe meios para se utilizar do subterfúgio da impenhorabilidade, mas sim, garantir ao devedor e sua família que não sejam privados de sua casa, recheio e da sua dignidade humana. 

Esta proposta foi inspirada e baseada no modelo Brasileiro, da Lei de Impenhorabilidade do Bem de Família – Lei nº 8.009/90. Penso que o Parlamento deveria de estudar e inspirar-se nela. 

É urgente divulgar esta petição para ter sucesso, pois nos tempos que correm as famílias além de estarem com dificuldades, alheios à crise, perdem os empregos, e depois os "abutres" oportunistas, vão tirar os bens fundamentais para a subserviência da família, deixando estas debaixo da ponte ou condenando-as ao suicídio, e à destruição e revolta das famílias. Pois entendo que se conquistou os pertences com sacrifício e pagas, como é que têm a coragem de tirar (adquirindo por valores irrisórios e depois vendendo por valores muito superiores e mantendo a divida na mesma, ou seja, é bem dize-lo, ficamos sem o nosso património e a divida mantém-se) e deixar o ser humano sem dignidade sem perspectivas de futuro e desamparadas numa crise que não foi criada pelos cidadãos trabalhadores... OU SEJA, LEVAM O QUE TEM E O QUE NÃO TEM. Chegou a hora de protegermos as nossas famílias, pois hoje em dia não sabemos o dia do amanhã… 

Pela Dignidade Humana e Familiar.
 
Peticionário: Joaquim Fonseca 

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Coelho do Partido Trabalhista faz apelo ao voto junto à baixa da cidade do Funchal


Diário Cidade
HUMBERTO RAMOS À FRENTE DA COMISSÃO DE TRABALHADORES DA HORÁRIOS DO FUNCHAL (http://www.diariocidade.pt/?p=85107)

Trabalhadores da Horários do Funchal contra privatização da empresa

Intervenções de Coelho no debate da Antena 1, moderado pela jornalista Maria Flôr PedrosoParticipação no debate de José Manuel Coelho Antena 1Coelho, a partir da Europa, vai acabar com o monopólios em Portugal
Com a devida vénia do Jornal da Madeira

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Gil Canha parte a louça toda e desmascara os corruptos do PS na Câmara Municipal do Funchal

Victor Freitas rebentou a coligação

Entrevista com Gil Canha
Victor Freitas está feito com os Sousas dos Portos. Quem diria?
Que balanço faz aos 7 meses em que esteve no executivo da CMF? O verdadeiro balanço não me cabe a mim fazer, mas sim aos munícipes. No entanto, dentro das minhas capacidades, dei o melhor que sabia e podia para a cidade, e até com grande espírito voluntarioso, já que grande parte do meu ordenado estava penhorado, à conta de um processo judicial movido pelo dr. Cunha e Silva. Também foi uma oportunidade para trabalhar com duas pessoas extremamente competentes e sérias, a vice-presidente Filipa Jardim Fernandes e o vereador Edgar Silva.
Há quem considere que esta coligação estava condenada à partida, pois apoiava-se em seis partidos. Esse foi o grande problema? Não, isso é uma falácia de meia dúzia de idiotas que vão atrás da propaganda do PSD. Na nossa coligação nunca houve interferência dos partidos ditos pequenos nem quaisquer questões ideológicas a inquinar o nosso relacionamento. Quem nos rebentou por dentro foram os grandes interesses económicos do jardinismo que se aliaram ao PS, do senhor Victor Freitas, e que nos desgastaram e corroeram.
Pode explicar melhor que grandes interesses são esses? Veja o seguinte, os grandes ‘tubarões’ que enriqueceram com o regime jardinista já perceberam que têm que apostar em outros ‘cavalos’ para continuarem o saque ao povo madeirense, pois o PSD já não é um porto seguro. Assim a estratégia deles é aproximarem-se do CDS de José Manuel Rodrigues e do PS de Victor Freitas para continuarem a boiar em águas sujas.
Isso parece uma teoria da conspiração... Não, isto é a realidade! Por exemplo, sou o primeiro a reconhecer que o PS-Madeira tem gente capaz, honesta e com muito mérito, mas essas pessoas foram afastadas pelo actual líder, Victor Freitas, e pela sua corte de carreiristas. Quase todos eles sempre viveram à sombra dos tachos do partido desde a juventude, e foi essa gente que rebentou com os ideais da coligação ‘Mudança’, pois ao ganharmos a Câmara começaram logo a fazer pressão para se meterem lá dentro, apesar da nossa resistência. Somente o presidente é que lhes fez a vontade e meteu no seu gabinete o Miguel Iglésias, o [Emanuel] Bento, e a Andreia Caldeira, tudo gente do PS. A partir daí o presidente Paulo Cafôfo tornou-se uma fiel marioneta, um fantoche na mão deles.

Quando é que começaram as suas divergências com o presidente da CMF? Foi quando o presidente Paulo Cafôfo pediu para suspender as funções de vereador durante a manifestação de trabalhadores da Quinta do Lorde/Grupo Sousa? As primeiras divergências começaram quando nos apercebemos que o PS do senhor Victor Freitas queria controlar a Câmara, fomentando os mesmos vícios que existiam no tempo de Miguel Albuquerque. Depois, começámos a ver que o presidente não fazia equipa com a vereação, mas apenas com o pessoal do seu gabinete. Mas o golpe mais profundo foi quando o Grupo Sousa cercou a Câmara e o presidente, em vez de ser solidário com um membro da sua equipa, a primeira coisa que fez foi pedir que eu suspendesse os meus pelouros. Foi nessa altura que a senhora vice-presidente interveio e disse que era uma loucura e uma falta de ética propor uma coisa dessas, e a coisa ficou por aí... Mas percebi logo que o poder económico não ia largar a autarquia e que o presidente não era pessoa de confiança. O pior foi quando a equipa da vereação descobriu que, duas semanas antes de ele retirar os pelouros a mim e à dr.ª Filipa Jardim Fernandes, andara em negociações secretas com o CDS, para me substituir na equipa.

O que tem a fiscalização municipal de tão importante para que o presidente Cafôfo tivesse sido tão intransigente na retirada a si desse pelouro?
Isso foi um álibi, uma história que inventaram para camuflar o ‘golpe palaciano’ do Victor Freitas/Grupo Sousa. A estratégia era irem ‘depenando-me’ aos poucos. No dia que ele me quis retirar a Fiscalização, também queria que eu ficasse sem os Mercados. E porquê? Porque no 25 de Abril o Partido Socialista organizou um jantar no Mercado dos Lavradores e o Miguel Iglésias irritadíssimo queria que eu desse um jeito ao PS para pagar a factura a 30 dias. Eu disse que não, que o aluguer tinha que ser pago a pronto, como mandam os regulamentos. Ele ficou furibundo, e com um pretexto idiota, disse que os regulamentos não tinham valor pois tinham sido feitos pelo dr. Pedro Calado. Nesse mesmo dia veio um deputado municipal do PS, um sujeito indescritível, dizer no meio de ameaças veladas, que o director dos Mercados [Duarte Sena] deveria ser demitido. Percebi logo o sinal e assim está explicada a razão que levou o presidente a me retirar os Mercados e a dar início ao golpe.

Quais os objectivos desse golpe? O objectivo era isolar-me e deitar-me abaixo, só que nunca esperaram que os outros vereadores fossem solidários comigo. As queixas não eram dos comerciantes, eram sim dos grandes grupos económicos, que viam os seus interesses ameaçados. Acha que o Grupo Sousa ficou contente com a nossa actuação na questão do Gás Natural, na Ribeira dos Socorridos? Ou se ficou satisfeito quando abrimos uma rua [Travessa dos Varadouros] que eles tinham fechado há anos? Que tínhamos descoberto que uma empresa deles, a Norvia, estava a fazer a revisão do PDM? Que não deixámos a sócia deles, a drª. Cristina Pedra, fazer da Avenida Arriaga uma feira de Carcavelos? Saber que o Edifício Minas Gerais estava a ser acompanhado por causa duns ‘galinheiros’ na cobertura? Que o Carlos Pereira do Marítimo fora notificado a pagar acima de um milhão de euros por causa do Estádio dos Barreiros? Que os Henriques iam perder os parquímetros? Que a Tecnovia, imagine-se, ia agora às reuniões públicas, como os demais munícipes? Eles andavam loucos de raiva!

Alguma vez os três vereadores que contestaram as alterações nos pelouros chegaram a exigir a saída do chefe de gabinete e dos assessores do presidente? Os três não, os quatro vereadores executivos pediram ao presidente Cafôfo para afastar o Miguel Iglésias e o Bento, aliás a porta-voz foi a vereadora Idalina Perestrelo.

É verdade que estes elementos tinham atitudes de ingerência nas competências dos vereadores? Sim, eu próprio vim a descobrir que estavam a fazer um Plano de Ordenamento Comercial no Departamento de Planeamento Estratégico (DPE) e eu nem sabia. O próprio Iglésias chegou a admoestar o presidente à nossa frente.
Acha que uma Câmara tem de ser “facilitista” como defende agora o presidente? O presidente Paulo Cafôfo fala bem, tem um bom discurso, mas quanto ao resto, é tudo muito postiço e inconsequente. Ter uma Câmara facilitista é ter uma Câmara igual à de Miguel Albuquerque, onde se davam facilidades e jeitinhos aos amigos e conhecidos. Facilitismo é sinonimo de corrupção e compadrio.
O líder do PTP, José Manuel Coelho, acusou-o a si e aos outros dois vereadores de serem “fracos soldados” por terem decidido renunciar ao mandato na CMF e não se terem mantido como vereadores sem pelouros. O que tem a dizer sobre isso? O senhor José Manuel Coelho está fora, por isso não sente o calor da guerra. O que os “soldados” podiam fazer se o próprio “comandante do quartel” abriu a porta ao “inimigo”? Entre sermos “massacrados” e corrompidos, e escaparmos com vida política e cívica, para podermos mais tarde iniciar outra frente de combate, escolhemos a segunda hipótese.
Houve alguma vez intenção de forçar o presidente Cafôfo a renunciar, eventualmente para que a vice-presidente Filipa Jardim Fernandes assumisse depois a Presidência? Pensam que somos como o senhor Victor Freitas, que passa a vida em constantes maquinações e intrigas e em almoçaradas com o senhor Luís Miguel Sousa, em vez de fazer uma oposição séria ao regime? Se você perguntar na rua quem é o líder do PS, ninguém sabe! Politicamente é um fantasma e fisicamente um aprendiz de Maquiavel.
Nas fotos oficiais da CMF na Internet e no Facebook, o Gil Canha e os outros vereadores da ‘Mudança’ praticamente não aparecem. O ‘palco’ parecia estar reservado apenas para o presidente. Isso foi uma estratégia combinada entre vós ou mero acaso? Nem nos apercebemos disso! Como toda a gente viu éramos muito discretos e reservados. O nosso objectivo era trabalhar em prol da cidade, mas como diz o ditado, “galinheiro prendado tem sempre o seu peru”.
Vai manter a sua intervenção na vida política? Como já lhe disse, perdemos a nossa praça-forte por traição do comandante, mas a luta continua romanticamente na “floresta”, como se fossemos todos uns “Robins dos Bosques”.

Depois desta experiência falhada, a Madeira está condenada a ter governos do PSD?
 Não, o jardinismo já morreu, agora os seus “monstros” continuam bem vivos e poderosos. Numa terra pobre e com partidos grandes cheios de dívidas e vícios, o dinheiro amealhado por esses “monstrengos alaranjados” corrompe tudo e será uma verdadeira ameaça ao nosso futuro.
  • Bloqueio? Gil canha dá exemplos de projectos que acelerou
Acusaram-no de ser uma força de bloqueio. O que diz sobre isso? Mais uma mentira pegada. Pelo contrário, tentei agilizar os processos de licenciamento, para as pessoas não terem de ir de chapéu na mão pedir favores como antigamente. Em termos legais, sempre que entra um processo na Câmara tem de haver um técnico responsável pelo acompanhamento do processo junto do munícipe. E isso foi incrementado. Também acelerei os licenciamentos, nomeadamente os projectos de reabilitação urbana, por exemplo, neste momento irá ser reabilitado o antigo quarteirão dos Zinos, na Rua dos Netos. Vai arrancar na Rua do Castanheiro um hotel, onde conseguimos salvar um edifício da século XVIII, que a antiga vereação tinha condenado. Há também vários projectos de alojamento turístico a nascer na Zona Velha, e estávamos a preparar um plano geral de reabilitação urbana para todo o núcleo histórico. Até os edifícios que foram embargados, fizemos um grande esforço com a colaboração dos promotores, para fazê-los andar. Em termos das obras públicas, abrimos o leque das empresas que concorrem às obras da Câmara e começámos a ordenar o Mercado dos Lavradores, só nos faltando dispor e organizar o espaço das floristas, que está muito mal. Com a grande ajuda dos técnicos iniciámos também a regulamentação da ocupação do espaço público e da publicidade, de acordo com as directrizes do Licenciamento Zero. Seriam necessárias muitas folhas de papel para descrever aquilo que fizemos em sete meses, para dar mais rigor, autoridade, equidade nas decisões camárarias, tudo foi feito com o objectivo de servir a cidade e permitir as mesmas oportunidades a todos os munícipes
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/448888/politica/448938-victor-freitas-rebentou-a-coligacao (disponivel só para assinantes)
Afinal Coelho não sabia?

Miguel Iglésias e Emanuel Bento, assessores de Paulo Cafôfo e do PS/Madeira

PTP e José Manuel Coelho atacam a demagogia de Marinho Pinto nas Europeias

Marinho Pinto acusado de “branquear”

José Manuel Coelho recordou as posições do ex-bastonário e candidato do MPT“O Povo da Madeira não merece que um candidato venha de fora branquear o regime”, afirmou José Manuel Coelho na intervenção de abertura da sessão plenária de ontem, em que comentou a visita à Região de Marinho Pinto, candidato do MPT ao Parlamento Europeu.

O deputado do Partido Trabalhista Português, que deverá ser o cabeça-de-lista às eleições de 25 de Maio, lembrou que Marinho Pinto afirmou que Portugal “tinha muito a aprender com a Madeira”, depois de visitar o único parlamento onde não há uma lei de incompatibilidades e onde, como criticou em 2012 o ex-bastonário da Ordem dos Advogados, os deputados aprovam leis de que vêm a beneficiar.
José Manuel Coelho também referiu os casos dos deputados que acumulam o exercício do mandato com a profissão de advogados que estão na ALM, uma situação contestada, desde sempre por Marinho Pinto. Outra justificação para a acusação de “branqueamento” do poder social-democrata na Região.
Coelho também recordou que em 2011, o actual candidato independente do MPT, desafiou os portugueses a fazerem “greve à democracia” não votando e pediu aos portugueses para nunca darem essa “alegria” a Salazar. (ver)

Coelho junta Jardim a Marinho Pinto
José Manuel Coelho insiste nas críticas aos partidos do ‘arco do poder’ e acrescenta acusações ao MPT.

 Foi um misto de acusações. Junto ao Palácio de São Lourenço, a candidatura do Partido Trabalhista Português atacou ontem “o estado e os partidos do arco do poder”, o Governo de Jardim e o PSD-Madeira e, sobretudo, o candidato do Movimento Partido da Terra.


José Manuel Coelho disse mesmo que o antigo bastonário da Ordem dos Advogados, hoje candidato do MPT, “está ao serviço do sistema” e que também pretende “enganar o povo”.

O deputado e líder do PTP na Madeira não esquece alegadas declarações de Marinho Pinto na Região. Diz Coelho que o advogado disse que “o Governo Regional era um exemplo de boa governação para o continente”. Ora, tal declaração leva José Manuel Coelho a afirmar que “um homem destes é um vendido ao sistema”.
Neste ataque ao candidato do MPT, Coelho pede aos eleitores da Madeira para agirem em conformidade: “Não se deixem enganar pelo Marinho Pinto”, alerta o candidato  “o sétima da lista pelo Partido Trabalhista”.
Mas os ataques não se ficaram apenas pelo candidato do MPT. Coelho também disparou várias críticas sobre os governantes, regionais e nacionais e deixou um claro apelo aos eleitores para que não fiquem em casa, que venham votar este domingo e, naturalmente, que votem no seu partido. “Não se deixem enganar por Alberto João Jardim e Marinho Pinto”, insistiu.
O candidato a deputado no Parlamento Europeu lembrou a dívida escondida pelo Governo Regional, mas também não perdoou PSD, CDS e PS à escala nacional. Se ganharem estes partidos, alertou, Portugal será entregue aos senhores do dinheiro, aos banqueiros, aos alemães. “Vão vender Portugal a troco de benesses, honrarias e dinheiro. E Portugal vai passar a ser mandado pelo Banco Central Europeu”, avisou. Por arrastamento, a Madeira e os Açores vão perder competências legislativas. E por fim , acrescentou a ameaça sobre novas medidas de austeridade. “Eles têm medidas para prejudicar a Madeira, vão roubar reformados, retirar regalias”.(VER)

PTP promete combater offshores e corrupção em Portugal (escreve Tolentino Nóbrega no jornal Público)

“Escasseia dinheiro para manter o Estado Social, porque só os pobres pagam impostos”, diz o cabeça de lista, José Manuel Coelho.
Tolentino Nóbrega jornalista do Público na Madeira

O cabeça da lista do Partido Trabalhista Português (PTP), José Manuel Coelho, declarou que, se for eleito para o Parlamento Europeu, vai combater as praças financeiras offshore.
"Quando for para a União Europeia, vou combater esta pouca vergonha que é a existência de praças financeiras offshore, onde os grandes capitalistas se vão inscrever para não pagar impostos em Portugal", prometeu o candidato numa acção de campanha realizada esta terça-feira no Funchal, em frente de um edifício de escritórios onde estão sediadas empresas licenciadas na Zona Franca da Madeira.
Coelho defende que é preciso acabar com os offshore porque constitui "a maior concorrência desleal" no país, onde "quem paga impostos são os pobres, os que trabalham, os pequenos comerciantes que estão cada vez mais falidos". Além do offshore, promete também combater a corrupção que, diz, “está por todo o lado é facilitada por tribunais que estão ao serviço dos ladrões".
Enquanto distribuía aos transeuntes manifestos eleitorais e o calendário dos jogos de Portugal no Mundial, com a reprodução do cartaz “Defender a identidade de Portugal” contra os interesses externos da Alemanha e os grandes banqueiros internacionais, José Manuel Coelho alertou para os perigos da abstenção.
"Ficar em casa é fazer o jogo da burguesia, é fazer o jogo dos banqueiros, dos juízes fascistas, de todos aqueles que roubam o povo português e são inimigos de Abril". É por isso, conclui, que “escasseia o dinheiro para manter o Estado social”.
Embora tenha previsto novas acções de campanha a realizar na Madeira, nos próximos dias, Coelho lembra que a sua eleição não depende apenas dos votos conseguidos neste arquipélago. "Os votos na minha lista, no Partido Trabalhista, contam todos. Contam todos, do norte ao sul do país e nos Açores", afirma.
José Manuel Coelho, 62 anos, foi eleito deputado à Assembleia Legislativa da Madeira pela Nova Democracia, em 2007, e, pelo PTP, em 2011. Nesse ano foi candidato à Presidência da República, conseguindo 189 mil votos, ou seja, 4,5% da votação. Cerca de 39% dos votos expressos na sua candidatura foram obtidos na Madeira, onde ficou em segundo lugar, atrás de Cavaco Silva (44,01%), embora tenha ficado em primeiro em três dos 11 concelhos. (http://www.publico.pt/politica/noticia/coelho-ptp-promete-combater-offshores-e-a-corrupcao-em-portugal-1636758)

Grandes empresas e milionários não pagam impostos em Portugal (disse José Manuel Coelho em Braga, frente ao café Viana)

PTP em Braga na defesa da recuperação dos imóveis antigosJosé Manuel Coelho quer acabar com os paraísos fiscais