terça-feira, 26 de setembro de 2017

O demagogo Marinho Pinto veio à Madeira apoiar o Joker cafofiano

terça-feira, 26 de setembro de 2017
Infelizmente ainda há por aí uns políticos que se impressionam com a presença de uns obscuros continentais a quem dão palco em momentos de campanha .

Ainda não perceberam que os tempos do povo madeirense agachado e de chapéu na mão já não existem.

A coisa é típica pelas bandas socialistas. A estratégia conduziu sempre ao fracasso que tem história feita mas ''inteligentes'' como eles são...persistem.

Agora, à beira do dia da verdade ''inchado'' com as manchetes da folha comprada, o jocker do sorriso polido, até ao aldrabão que conseguiu enganar as pessoas ( outro que disse que as pessoas estavam primeiro... conversa de chacha) recorre.

Esta nova ''vedeta'' contratada pela campanha cafofinana, lembre-se, é um tal que se agarrou a um tacho em Bruxelas, para, como disse,  ganhar uns dinheirinhos e ajudar a famíliia. Isto depois de sido  sido um verdadeiro campeão das tiradas demagógicas anti-políticos e de ter prometido devolver o seu vencimento de deputado europeu.

Mas haverá ainda que perca tempo com os Marinhos deste mundo?

Depois é o subalternizado ''pereirinha'' que se sujeita a passeios de ''braço dado'' com uma rapariga de ar maldisposto enviada pelo Largo do Rato para ornamentar a campanha dos ''tontos'' do Porto Santo e de Machico e como não poderia deixar de ser para estar presente na arruada (palavra parola muito usadaa lá pelas ''Lisboas'' de que eles tanto gostam) do mentiroso e sonso que a anda a gastar balírdios (diz-se com dinheiros do povo) para alimentar um sonho doentio de poder pessoal.

Toda a gente viu, e o que se passou em agosto no Monte foi apenas uma amoitra daquilo que a criatura, é capaz de fazer e dizer para sacudir responsabilidades próprias.

Morreram pessoas e ele não respeitou o luto daqueles que sofriam.

Em ritmo acelerado já está noutra mentindo, a agitar milhões que ninguém sabe de onde poderão vir, e a atacar umas pobres árvores na cidade, temendo porventura a sombra que estas poderiam fazer à sua vaidade plastificada e sem conteúdo. (renovadinhos)


segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Funchal Notícias apagou caso da agricultora de S. Vicente burlada por candidato do PSd da Ponta do sol

Eis a notícia apagada pelo «Funchal Notícias»

, Manuel Virgílio Pereira Ganança, candidato do PSD à Câmara Municipal da Ponta do Sol


Agricultora de São Vicente põe candidato do PSD na Ponta do Sol em tribunal e reclama devolução de verbas
juizes
A parte criminal já foi resolvida com a absolvição, num caso, e o arquivamento, noutro. Segue-se o processo cível.
Maria de Fátima Sousa, viúva, agricultora natural de São Vicente, quer ser ressarcida de 55 mil euros que terá entregue a Márcio Nóbrega, um alegado angariador imobiliário, para a compra de um apartamento no Funchal, um sonho antigo que cometeu a imprudência de contar. Viu as chaves, viu o apartamento, várias vezes, nunca viu foi a escritura.
Márcio apresentava-se como trabalhador de uma agência imobiliária, na Ponta do Sol, de que era sócio Virgílio Pereira, o atual candidato do PSD às autárquicas naquele concelho. O processo crime por burla qualificada foi a tribunal, Márcio foi absolvido, Virgílio foi alvo de um inquérito-crime posterior que acabou por ser arquivado por “insuficiência de elementos indiciários”.
Agora, a lesada interpôs um processo cível para ver se consegue recuperar o dinheiro. São pelo menos 55 mil euros.
O caso remonta a 2010, um ano que Maria de Fátima levou do sonho ao pesadelo. No processo, relata-se que depois de travar conhecimento com o arguido, Márcio Nóbrega, bem como de ter manifestado desejo de adquirir um apartamento no Funchal, ficaram reunidas as condições para que essa pretensão fosse concretizada em poucos meses. Entre maio e outubro, foram várias as tranches entregues ao mediador, a primeira em dinheiro e as restantes em cheques. Viu o apartamento várias vezes, com explicações pormenorizadas sobre os materiais por forma a comprovar a qualidade do investimento e a boa compra que se preparava para fazer, na base da confiança que o seu espaço geográfico de vivência sempre a impulsionou. Viu a casa, gostou, entregou o dinheiro e até foi, por várias vezes, preparada para assinar a escritura. Tantas vezes foi, tantas vezes veio de mãos a abanar, só com as chaves.
A confiança durou até que a desconfiança foi maior. Fátima Sousa falou com a família e as dúvidas adensaram-se. Falou depois com Márcio, os primeiros contactos ainda foram possíveis, mas depois, com o passar do tempo e as constantes perguntas, o angariador/mediador deixou de frequentar a casa, deixou de atender telefonemas e o assunto foi a tribunal. Márcio foi absolvido das acusações de burla qualificada pelo facto do tribunal não ter conseguido provas suficientes para outro desfecho. Em sede de julgamento, foram divulgados dados que, agora no processo cível, deverão vir à colação. Nomeadamente que pelo menos uma das quantias, de 1,440.00 euros, foi levantada diretamente, junto do Banif, pelo primeiro réu, Manuel Virgílio Pereira Ganança. As declarações do réu Márcio Nóbrega foram no sentido de que entregou a Virgílio Pereira todas as verbas recebidas dos clientes, incluindo as de Fátima Sousa.
O caso segue, agora, com a parte cível.
Na parte criminal, a Procuradora decidiu abrir um inquérito e Virgílio Pereira prestou declarações ao Ministério Público (MP), mas o processo foi arquivado, por insuficiência de indícios e, por além do mais, dado o tempo decorrido, não ser possível, na visão do Ministério Público, apurar o concreto envolvimento nos fatos da burla denunciada”.


No documento que suporta o pedido cível, o advogado da queixosa lembra que “a Procuradora junto do Tribunal de São Vicente, a magistrada Ângela Pinto, face a declarações de Márcio Nóbrega, em pleno decurso de audiência, concluiu e apurou que “o primeiro Réu, Manuel Virgílio Pereira Ganança, teria tido e teve envolvimento nos factos integradores dos crimes de burla…Que fora o autor ou, pelo menos, co-autor, dos recebimentos e valores referidos…Juntamente com o segundo réu, prometeu vender e propôs a venda à autora do imóvel referido”.https://funchalnoticias.net/%E2%80%A6/agricultora-de-sao-vicente-po%E2%80%A6/

Forças policiais da República Portuguesa, invadem Principado da Pontinha e prendem o Príncipe Renato Barros

Autointitulado ‘Príncipe do ilhéu da Pontinha’ detido por se opor a processo de execução

25 SET 2017 / 18:07 H.
O autointitulado ‘príncipe do ilhéu da Pontinha’, Renato Barros, afirmou hoje que, na base da sua detenção, esta manhã, está um processo de execução relacionado com um alegado contrato “que envolve 200 mil euros”.
“Tudo se resume a um processo em tribunal, onde um casal diz que celebrei um contrato mútuo no valor de 220 mil euros, mas eu nunca cheguei a receber esse dinheiro e o que eles queriam eram ficar com o forte”, explicou à Lusa, Renato Barros.
O professor de Educação Visual não se alongou muito nas explicações, afirmando que o processo decorre no tribunal.
“O contrato nunca foi celebrado porque me era exigido um seguro de vida e eu tenho uma incapacidade de mais de 60%, o que não me permitia”, disse.
Renato Barros explicou ainda que se opôs hoje a uma(1) agente de execução por considerar que “eles só queriam ficar com o forte”.
Por se ter oposto, Renato Barros foi detido e levado para o comando para ser identificado.
“A GNR foi dar apoio a uma diligência processual para proceder ao encerramento das instalações [no ilhéu] e a detenção dá-se no momento em que o senhor Renato Barros se opôs à decisão”, disse o porta-voz do comando territorial da Madeira, Marco Nunes.
Entretanto, Renato Barros já saiu em liberdade.
A história do ‘principado da Pontinha’ remonta a agosto de 1903, quando o rei de Portugal, D. Carlos I, procedeu, mediante Carta Régia, à venda em hasta pública do Forte de São José, localizado num pequeno ilhéu junto ao porto do Funchal.
Quase cem anos depois, em outubro de 2000, o imóvel foi adquirido por Renato Barros, sem este saber inicialmente que a Carta Régia documentava não só a venda da propriedade, como também o domínio do ilhéu.
Foi assim que o professor decidiu autodenominar-se ‘príncipe do ilhéu da Pontinha’.
O ‘principado’ teve já alguns episódios marcantes, como, por exemplo, em fevereiro de 2017, quando José Manuel Coelho, deputado eleito à Assembleia Legislativa Regional, foi pedir “asilo político” ao autoproclamado príncipe, para fugir à prisão de um ano a que tinha sido sentenciado.
“Vim fugido da República Portuguesa porque me querem prender aos fins de semana”, declarou na altura José Manuel Coelho numa chegada encenada àquele rochedo que o proprietário Renato Barros autoproclamou independente, acrescentando: “A República Portuguesa pode roubar-me o salário e tudo o que tenho, mas não me pode roubar o sentido de humor e o desejo de liberdade”.
Na altura, o deputado regional também exibiu um suposto bilhete de identidade “emitido e assinado pelo príncipe Renato I”. (diário de noticias)

(1) "agente de execução": ladra oficial da República Portuguesa usada penhorar  bens aos cidadãos daquele país.T~em carta branca para roubar impunemente tudo o que quiser!Qualquer dia o povo daquele país deverá chachinar esta gente sem apelo nem agravo!

 Forças reacionárias da República Portuguesa invadem o principado da Pontinha e prendem abusivamente o Príncipe Renato Barros.

‘Príncipe’ da Pontinha detido por desobediência

GNR foi obrigada a algemar Renato Barros
Renato Barros, conhecido como o ‘Príncipe da Pontinha’, foi detido esta manhã pela GNR. Tudo porque desobedeceu a uma ordem judicial de encerramento das instalações do forte de São José, situado no ilhéu da Pontinha, de que é proprietário.
O DIÁRIO apurou que a GNR limitou-se a executar a ordem judicial, mas deparou-se com a resistência por parte de Renato Barros, tendo havido desacatos, o que motivou a detenção.
O detido saiu algemado do ‘Principado’ e foi conduzido ao comando territorial da GNR no Funchal, onde foi constituído arguido pelo crime de desobediência aos agentes da autoridade.
Renato Barros já foi libertado, tem termo de identidade e residência e está incomunicável nesta altura. O processo já foi remetido para o Ministério Público.
O ‘Príncipe’ conta a sua versão num post colocado no Facebook, no qual colocou um video em que mostra o momento da detenção.
“As autoridades portuguesas violaram ostensivamente o direito internacional público, ao deterem ilegalmente o Principe D.Renato no seu Principado. E em vez de ser conduzido a um Juiz Português, está ilegalmente retido na GNR - Guarda Naconal Republicana, que não tem qualquer competência para intervir, quando muito seria a Polícia Marítima pois trata-se de uma ilha”, refere sem abordar o que motivou a ordem judicial. (DIÁRIO)

Principado Ilhéu da Pontinha

9 h
ENG + PT
As autoridades portuguesas ostensivamente ostensivamente o direito internacional público através da detenção ilegal do príncipe d. Renato em seu principado.
E em vez de ser levado a um juiz, ele está ilegalmente detido na GNR, a guarda nacional republicana, que não tem competência para intervir, no máximo, seria a polícia marítima, porque é uma ilha.
O Principado é um território alienado pelo rei d. Carlos de Portugal em 1903, razão pela qual o estado português não tem qualquer soberania sobre o mesmo (muito menos os seus órgãos executivos, judiciais ou deliberativa).
Apelamos a todos os apoiantes da causa do principado independente de pontinha, espalhados por todo o mundo, para trazer este protesto aos vossos governos e exigir a libertação imediata do príncipe Renato.
Não pode ser apreendida qualquer propriedade que pertença a uma pessoa que não esteja localizada em território nacional português. O forte de são José e o ilhéu de pontinha, à luz do direito internacional público, é um bom e um território estrangeiro para Portugal, cujas autoridades são, portanto, materialmente incompetentes na sua ação abusiva e em violação dos princípios mais básicos dos direitos do homem - Sim.
Agora imagine se este território fosse suíço; será que Portugal teria a coragem de encará-lo de forma abusiva?
Se as autoridades portuguesas afirmam que cumprem a sua própria Constituição, leram o artigo relativo ao direito das pessoas à autodeterminação?
PT

As autoridades portuguesas violaram ostensivamente o direito internacional público, ao deterem ilegalmente o Principe D.Renato no seu Principado.
E em vez de ser conduzido a um Juiz Português, está ilegalmente retido na GNR - Guarda Naconal Republicana, que não tem qualquer competência para intervir, quando muito seria a Polícia Marítima pois trata-se de uma ilha.
O Principado é um território alienado pelo Rei D. Carlos de Portugal em 1903, pelo que o Estado Português não tem qualquer soberania sobre o mesmo (muito menos os seus órgãos Executivos, Judiciais ou Deliberativos).
Apelamos a todos os apoiantes da causa do Principado Independente da Pontinha espalhados pelo Mundo para fazerem chegar este protesto aos vossos governos e exigir a libertação imediata do Príncipe Renato.
Não podem ser penhorados bens de alguém que nao estejam situados em território nacional português. O Forte de São José e o ilhéu da Pontinha, à luz do Direito Internacional Público, é um bem e um território estrangeiro para Portugal, cujas autoridades são, assim, materialmente incompetentes na sua acção abusiva e violadora dos mais elementares princípios dos direitos humanos.
Agora imagine se este território fosse Suíço; será que Portugal teria coragem para o afrontar abusivamente?
Se as autoridades portuguesas dizem que cumprem a sua própria Constituição, será que leram o artigo que respeita ao direito dos Povos à sua autodeterminação? (ver Fonte)

Mais carga do "Renovadinhos" em cima do Cervejeiro

Alberto João e Jaime Ramos imparáveis nos ataques a Miguel de Sousa que é acusado de trair o partido e fazer chantagem na Assembleia Regional contra o governo de Miguel Albuquerque. (ver Renovadinhos)

O nosso "mártir" Cervejeiro atacado impiedosamente pelos seus opositores


domingo, 24 de setembro de 2017

Caras e casos das Autárquicas

Bela foto, sim senhor. Temos os Juntos pelo tacho


 Mais um que mudou de poio.Desta vez transitou do JPP para o CDS

Olha um parvinho com manias de filósofo!


 Este não fala sem papel à sua frente (candidato Laranja:Idalino Vasconcelos).

 Alcino Gomes grande candidato do PTP no Porto Santo

 Lucília de Sousa, uma mulher com coragem em Machico

Amândio Madaleno candidato do PTP por Lisboa (em campanha na feira do Relógio)


 A camarada Ilda Figueiredo (os anos não perdoam)!

Um cacique do continente


 Professor André Escórcio, um grande senhor da Televisão


 Paulo Cafôfo e a sua bengala o Rodrigo Trancoso do bloco

«O advogado de vão de escada»-como diz o Alberto João


 Raquel Coelho, no meio de 2 partidos burgueses

 Camarada Armindo Miranda grande quadro do PCP (já dirigiu com grande êxito a organização da Madeira

Esta menina ainda não abriu a boca acerca da ignominiosa prisão da Maria de Lurdes

 Patricia Pinto, grande estilista madeirense


Os tempos do fascismo. É bom recordar para que não se repitam

Morreu com 90 anos D. Manuel Martins bispo emérito de Setúbal

 Dizia D. Manuel Martins: "quero ser o bispo de Setúbal e não um bispo em Setúbal"

« nós não temos democracia, mas sim habilidosos que nos levam para onde querem» dizia D. Manuel Martins, bispo de Setúbal.

Publicação de sondagens condicionam eleições na Madeira

 Ora cá está : A sondagem do Diário permitida pela lei condiciona fortemente os partidos fora do sistema.
Esta sondagem do Diário só favorece os partidos do chamado arco do poder. Os eleitores inclinam-se naturalmente para o voto útil e já não votam nos chamados pequenos partidos.
Passadas as eleições dirigem-se aos chamados  partidos derrotados por esta infernal máquina de propaganda para fazerem reclamações pensando que isso resolve alguma coisa; quando acabaram de votar em massa nos partidos do sistema que têm desenvolvido políticas destruidoras da economia e do emprego para as pessoas.
As eleições autárquicas na ilha da Madeira e no Porto Santo, são uma farsa.
 Não são livres nem são justas! São de certa forma semelhantes as farsas eleitorais de tempos de sinistra memória de Salazar e Marcelo Caetano